São Tomé - São Tomé e Príncipe recuperou o direito de voto na Organização Mundial do Turismo (OMT), tendo assinado com este organismo onusino um acordo de amortização da sua dívida de 15 anos.

O acordo assinado no início deste mês,  em Madrid (Espanha), ficou marcado pelo pagamento da quota referente ao ano 2015, estimada em cerca de 25 mil euros.

"Estivemos no início do mês na sede da organização mundial e apresentamos os comprovativos das transferências que fizemos", disse o ministro santomense da Economia e Cooperação Internacional, Agostinho Fernandes.

O acordo  do rescalonamento da dívida avaliada em 600 mil euros é uma decisão do Governo visando recuperar a credibilidade externa do Estado, para impulsionar o setor turístico reconhecido pelo seu potencial.

Em declarações à imprensa, Agostinho Fernandes assegurou que o efeito do compromisso assumido pelo seu Executivo  terá impacto positivo nos próximos tempos.

Segundo o governante, com o fundo do turismo criado em 2007, sustentado pelas receitas  dos vistos turísticos, das taxas aeroportuárias e do imposto sobre o consumo das unidades hoteleiras, deverá doravante pagar-se as quotas anuais do arquipélago na OMT e os atrasados.

"Acreditamos que o país poderá fazer esse sacrifício, desde logo teremos apoio dos técnicos para que o país possa implementar as políticas do turismo e não só", assegurou Agostinho Fernandes.

Com o reinício do pagamento das quotas, após 15 anos de incumprimento, São Tomé e Príncipe pretende com a OMT obter um financiamento para a construção de um hotel-escola e a formação e capacitação dos quadros santomenses para dinamizar o turismo no arquipélago. Panapress

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