Luanda - O Ministério do Ambiente e o da Hotelaria e Turismo seleccionaram 32 áreas protegidas, nas 18 províncias de Angola, para a promoção do ecoturismo, no quadro da diversificação da economia nacional.

A informação foi dada, em Luanda, durante o workshop sobre o Programa Nacional de Fomento do Ecoturismo nas Áreas Protegidas de Angola, promovido pelos ministérios do Ambiente e do Turismo.

Do número de áreas seleccionadas constam, entre outras, as Cavernas do Zau Evua, localizadas na província do Zaire, as Cachoeiras do Binga (Kwanza-Sul), as Cataratas do Ruacaná (Cunene), as Fendas da Tundavala e a Serra da Leba (Huíla), o Deserto do Namibe (Namibe), o Morro do Moco (Huambo), a Ilha do Mussulo, o Parque da Quissama e o Miradouro da Lua (Luanda).

Estão ainda, entre as áreas seleccionadas, o Parque Nacional da Cameia (Moxico, Leste), o Parque da Cangandala, as Pedras Negras de Pungo a Ndongo e as Quedas de Calandula (Malange), a reserva florestal do Golungo Alto (Kwanza Norte), entre  outras áreas que  figuraram da lista do concurso nacional das  "Sete Maravilhas de  Angola.

Estas áreas consideradas "protegidas", que incluem os parques nacionais, num total de 13, estão abertas ao investimento privado, quer de nacionais, quer estrangeiros.

A secretária de Estado da Biodiversidade e Áreas de Conservação do Ministério do Ambiente, Paula Francisco, disse na ocasião, que Angola possui condições "suficientes" para a promoção do ecoturismo, a julgar pelo os mais variados ecossistemas e habitats.

"Temos áreas de conservação com vários ecossistemas e habitats de que é possível fazer  um  trabalho, porque  temos  notado, nos últimos anos, um crescimento de turistas quer nacionais quer estrangeiros,  que procuram por  estes locais para lazer e não só", sublinhou Paula Francisco.

O Ministério do Ambiente, desde 2007, que tem recuperado e construído novas infra-estruturas nos 13 parques nacionais, tendo já investido 150 milhões de dólares norte-americanos disponibilizados pelo Orçamento Geral do Estado (OGE), além do apoio internacional, como de empresas petrolíferas e organismos do sistema das Nações  Unidas.

No encontro deste dia, em que participaram também empresários nacionais e estrangeiros, foi apresentada a Lei de Base do Turismo, o Plano Director do Turismo e suas linhas estratégicas para o fomento do ecoturismo e os termos de referencia  para o fomento do ecoturismo nas áreas protegidas em Angola.

Secretários do Estado de diversos sectores, empresários e sociedade civil deram o seu  contributo para que a  implementação do Programa Nacional de Fomento  do ecoturismo nas Áreas Protegidas seja uma realidade em Angola.

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