O governo moçambicano pretende melhorar a prestação de serviços no ramo da indústria hoteleira e áreas de conservação através da cooperação empresarial com o Brasil.

O ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, manteve um encontro, quarta-feira (31), em Maputo, com uma delegação empresarial do Brasil, que vai cooperar com o país na capacitação de formadores nas áreas de restaurante, ecoturismo, guias de turismo, intercâmbio de gestão escolar de hotelaria e turismo, entre outras.

Segundo Dunduro, Moçambique precisa de passar de uma cultura que é apenas emocional para uma cultura que gera riqueza reduzindo as desigualdades sociais de certas comunidades, através da promoção de um turismo sustentável a longo prazo.

“Temos um grande interesse em promover um turismo sustentável junto das comunidades sobretudo nas áreas de conservação, porque as pessoas estão lá e têm a relação do meio ambiente, mas também das práticas e vivências locais para trazer riquezas às comunidades”, disse., citado pela agência moçambicana AIM.

Dunduro acrescentou também que já há “uma delegação multi-setorial que vai trabalhar na área da conservação, que vai criar projetos de desenvolvimento e de cooperação bilateral que estimulem o Brasil como um dos centros emissores do turismo para o nosso país”.

Segundo o ministro, Moçambique também pretende buscar experiências brasileiras na área da moda, que considera uma das formas de gerar receitas e reduzir a pobreza.

“No contexto das indústrias culturais e criativas vai ser grande base para a promoção das identidades em termos da indumentária de Norte a Sul”, disse, observando que “o governo moçambicano anseia a criação de parcerias para que a moda moçambicana esteja em muitas partes do mundo”.

Fernanda Fedrigo, coordenadora geral da brasileira Faculdade União das Américas (UniAmérica) considera que Moçambique possui inúmeras diversidades em comum no sector turístico e que a cooperação entre estes países poderá melhorar a delineação de estratégias que assegurem a criação de vários projetos focalizados na educação.

Chrystiano Câmara, superintendente da Mega Moda, no Brasil disse por seu turno, que nos últimos dias a área da moda tem registado avanços no seu país e a forma como a mesma é vendida pode ser utilizada em Moçambique.

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