O projeto Rota das Aldeias Rurais em Santo Antão, cujo atraso está a preocupar os operadores turísticos, vai ter uma componente de microcrédito.

O projeto Rota das Aldeias Rurais de Santo Antão, que resultou do inventário dos recursos turísticos existentes na ilha, consiste na implementação de 30 projetos ligados sobretudo à construção e melhoria de empreendimentos turísticos e formação dos agentes turísticos.

Segundo o Ministério da Economia e Emprego (MEE), Rota das Aldeias Rurais, lançado em Janeiro de 2016, vai mesmo avante, assegurando que estão sendo criadas condições para dotar este projecto da componente de micro-crédito, que vai permitir a continuidade e o reforço desta iniciativa, cuja finalidade é melhorar e diversificar a oferta turística em Santo Antão.

Essa informação foi, de resto, confirmada pelo primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, durante a sua recente visita a Santo Antão, tendo reiterado o propósito do Governo em avançar com o projecto “pelo seu impacto no desenvolvimento do turismo rural em Santo Antão”.

Financiado em 55 mil contos, no âmbito do Fundo do Turismo, Rota das Aldeias Rurais de Santo Antão contempla, com construção e melhoria de empreendimentos, 30 operadores turísticos que têm demonstrado o seu “desagrado” pela demora na implementação deste projecto, 17 meses após seu lançamento.

“Vamos continuar a desenvolver o projecto Rota das Aldeias Rurais. Vamos associa-lo à competente de micro-crédito para ter as condições de se desenvolver”, assegurou o chefe do Governo, durante a sua estada em Santo Antão, de 22 a 28 de Junho.

Os fundos previstos no quadro do projeto Rotas das Aldeias Rurais vão ser geridos pela Associação dos Municípios de Santo Antão (AMSA), que havia admitido a possibilidade de arrancar com as ações em Maio, o que ainda não se verificou.

O projecto, que foi suspenso em Abril de 2016, quatro meses após o seu lançamento, deveria ser retomado em Setembro do mesmo ano, segundo as previsões do MEE, que, em Fevereiro de 2017, firmou com a AMSA um protocolo para a operacionalização desta iniciativa.

Nessa altura, a AMSA se comprometeu a arrancar com o projecto num período de três meses, mas, apesar da pressão dos operadores, o facto é que está por arrancar.

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