Moçambique tem um novo projeto para reforçar a gestão florestal sustentável e contribuir para que o país alcance o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 15 sobre florestas, com o apoio da FAO e Banco Mundial.

O Governo moçambicano e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) anunciaram a iniciativa de  US$ 6 milhões como parte de um pacote no total de US$ 47 milhões de dólares do Banco Mundial.

O vice-diretor-geral da FAO, Daniel Gustafson, assinou o acordo de reforma florestal com a presidente do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento Sustentável, Augusta Pechisso.

Num vídeo de apresentação da iniciativa, o diretor Nacional de Florestas de Moçambique, Xavier  Sailors,  disse que as comunidades e o setor privado são envolvidos na revisão do modelo de manejo florestal.

“Estes fatores todos conduzem-nos a uma exploração sustentável de recursos a partir de uma planificação cientificamente concebida através do respeito na defesa triangular dos setores desta área. Está o governo, a comunidade e os operadores. A FAO vai servir de uma linha de assistência técnica para que a nossa floresta seja salvaguardada ao mesmo tempo que é utilizada como fonte de geração de riqueza.”

FAO

A FAO considera que a iniciativa contribuirá para a mudança transformadora na forma como as florestas são geridas em Moçambique.

A ideia é ajudar a travar o ritmo acelerado do desflorestamento e a investir no setor florestal. O projeto vai criar novas oportunidades de renda e subsistência para comunidades rurais.

Com o acordo recentemente assinado, a FAO vai dar apoio técnico para desenvolver uma estratégia nacional de 20 anos para o setor florestal.

A iniciativa vai ajudar a rever as normas institucionais de concessões e garantir maior transparência, responsabilidade, equilíbrio e sustentabilidade da produção florestal.

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