O Governo moçambicano fixou em US$ 50 dólares o custo de visto de fronteira para a prática da atividade turística no país. A medida, assinada pelos  ministros da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, e do Interior, Basílio Monteiro, visa desburocratizar o acesso de estrangeiros.

O ministro do Interior, que anunciou o facto no final da XXV sessão ordinária do Conselho de Ministros, realizada nesta terça-feira (25), em Maputo, considerou os US$ 50 dólares como sendo um “preço razoável”, pois concorre com o valor praticado por outros países da região, informa a agência AIM.

Monteiro revelou que o volume de emissão de vistos de fronteira aumentou de forma significativa nos últimos três meses, tendo atingido um pico de pouco mais de 11. 900 vistos.

Segundo o governante, esta situação é satisfatória pelo seu reflexo na melhoria da economia do país.

“Registamos um total de 11.904 vistos de fronteira, emitidos pelo sector de turismo, que significa um incremento em relação ao trimestre passado que se situava em nove mil”, disse.

Quanto à queixa de turistas sobre a existência de muitos postos de revista pelas autoridades, Monteiro disse que “este aspecto é de natureza operacional e não interfere muito no visto”, porque, segundo o ministro, “depois da entrada do turista no país, tendo observado as regras, existem ações contundentes para remover quaisquer ameaças”.

O governo aprovou recentemente o decreto sobre vistos de fronteiras, como uma das ações que se inserem na introdução de reformas legislativas que assegurem a melhoria do ambiente de negócios, através da simplificação de procedimentos, com vista a promoção de maior acesso às atividades económicas.

O sector do turismo constitui uma das quatro áreas prioritárias das que foram definidas pelo executivo para o desenvolvimento do país. Os outros três são a agricultura, energia e infraestruturas.

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