Luanda - A queda no movimento de passageiros, decorrente da crise económica em Angola, levou a companhia aérea espanhola Iberia a suspender os voos entre Madrid e Luanda.

A Iberia anunciou, quarta-feira (04), a suspensão, a partir de Junho, das ligações aéreas entre Luanda (Angola), Madrid (Espanha) e vice-versa, devido ao reduzido número de passageiros. O anúncio foi feito, na capital angolana, pelo representante da companhia em Angola, Joy A. Horrik Kupuiya.

A companhia realiza três voos semanais, mas a baixa de passageiros que se tem vindo a registar não favorece a estratégia da Ibéria, tendo em conta os encargos com as operações.

Joy A. Horrik Kupuiya explicou que os clientes com voos marcados até dia 1 de Junho próximo estão a ser reembolsados ou encaminhados para outras companhias.

"Os nossos clientes estão a ser reembolsados ou encaminhados para outras companhias, de acordo com as suas necessidades", disse.  A Iberia opera em Angola desde 2011. Angop

Luanda - O ministro angolano da Hotelaria e Turismo, Paulino Domingos Baptista, defendeu, segunda feira, em Luanda, o desenvolvimento da cooperação com Valência, Espanha, no domínio da formação profissional.

A intenção do dirigente angolano foi avançada à imprensa, no final de um encontro que manteve com o presidente da Câmara de Comércio de Valência (Espanha), José Vicente Morata Estragués.

Segundo o ministro Paulino Domingos Baptista, para além da componente formação, consta dos objectivos do ministério para 2016/2017, a promoção do turismo nas diferentes feiras que se possam realizar no país, como no exterior.

Segundo disse, o governo angolano, no que diz respeito ao desenvolvimento do turismo, definiu algumas áreas como prioritárias, nomeadamente Calandula, na província de Malanje, com potencialidades para o ecoturismo,  Cabo Ledo e Mussulo, em Luanda, e  Okavango Zambeze, na província do Cuando Cubango.

Por seu turno, o presidente da Câmara de Comércio de Valência, José Vicente Morata Estragues, disse que Angola é um país considerado pelos empresários como ponto de entrada para África Austral, e oportunidade para o turismo dos espanhóis e da Europa, em geral.

Na ocasião, José Vicente Morata Estragués considerou que Angola é um país que tem capacidade para atrair turismo. " O que um turista busca nas suas viagens são as novas experiências, novos desafios e este país tem".

" Nós escolhemos Angola como um mercado prioritário, porque entendemos que os problemas financeiros a médio prazo vão ser resolvidos porque existem empresários espanhóis que continuam acreditar neste país", disse o interlocutor. Angop

Lisboa - A população residente em Portugal viajou mais em 2015, ao fazer 19,15 milhões de deslocações turísticas, um aumento de 7% em relação a 2014, segundo dados divulgados, segunda-feira (02), pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

A visita a familiares ou amigos continua a ser o principal motivo para viajar, representando 8,6 milhões de deslocações, e o lazer, recreio ou férias surge em segundo lugar nas motivações, com 8,1 milhões das viagens realizadas durante 2015.

Os motivos profissionais ou de negócios justificaram 1,7 milhões de deslocações.

Nos últimos três meses do ano, o crescimento das deslocações turísticas dos residentes em Portugal aumentou 5,3%, para as 4,16 milhões de viagens, das quais 23,1% foram de longa duração, ou seja, com quatro e mais noites, o que também representa um crescimento face aos 21% do quarto trimestre do ano anterior.

A visita a familiares e amigos foi a principal motivação para a realização das viagens, justificando 2,5 milhões de deslocações realizadas entre outubro e dezembro, seguindo-se as viagens de lazer, recreio ou férias, com um milhão de viagens.

O alojamento particular gratuito agregou 79,1% das dormidas, enquanto os hotéis e similares foram a opção em 16,2% das dormidas realizadas no trimestre.

Neste período, as viagens domésticas aumentaram 5,5%, correspondendo a 90,9% do total, enquanto o número de deslocações com destino ao estrangeiro aumentou menos (3,4%).

Os resultados do Inquérito às Deslocações dos Residentes (IDR) são obtidos a partir da inquirição de uma amostra de cerca de 5.000 unidades de alojamento (12.000 indivíduos), com uma rotação de 50% no início de cada ano, mediante recolha telefónica trimestral precedida de uma entrevista presencial.

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