São Tomé - O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que o governo são-tomense deve apostar em setores chaves como o turismo e agricultura para criar empregos e reduzir a pobreza.

"Estamos a falar de reformas estruturais que são importantes para a criação dos postos de trabalho, na promoção do crescimento e consequentemente para a redução da pobreza. Quando se tenta promover o desenvolvimento temos que encontrar áreas com maior potencial e sem dúvida que o turismo é uma dessas áreas", disse o chefe da missão, Maxwell Opoku-Afari , citado pela agência portuguesa Lusa.

Durante duas semanas a missão do FMI esteve em são Tomé para avaliar o programa económico que terminou em 2015.

A missão do FMI que deixou hoje o país concluiu que o empenho macroeconómico do país durante este período "é favorável", tendo crescido "mais rápido do que em muitos pequenos estados insulares".

Com a queda da inflação para 04 por cento em 2015 em virtude da fraca procura e da queda do preço de petróleo e outras matérias prima, o Fundo Monetário Internacional promete continuar conversações com o governo e doadores "para ver quais são os desafios que se colocam, ultrapassa-los e fazer não só uma promoção do crescimento, mas também promover a criação de postos de trabalho e mais uma vez aumentar a receita e reduzir a pobreza".

O aumento da produção de cacau e do investimento direto estrangeiro no setor do turismo são aspetos que vão continuar a contribuir para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB).

Mas o FMI considera que o défice no setor das infraestruturas com particularidade para o setor energético tem sido um entrave para o desenvolvimento do país".

"Nos contactos que mantivemos com o setor empresarial foi várias vezes referido que há empresas que acabam por gastar atá 40% dos recursos operacionais só para a eletricidade", disse Maxwell Opoku-Afari.

"Estamos a falar num custo elevadíssimo e se as empresas têm um custo tão elevado em termos operacionais, acabam por não ter obviamente os lucros que deveriam ter, isso vai, por sua vez, ter um impacto na não criação de postos de trabalho, que por sua vez, tem um impacto no aumento da pobreza e não na sua redução que é aquilo que se pretende", acrescentou.

O FMI promete continuar a manter os contactos com o Banco Mundial e o Banco Europeu de Investimentos "para ver como, em conjunto, será possível trabalhar no sentido de melhorar o setor elétrico para que os preços possam ser reduzidos e consequentemente podermos aumentar a produtividade das empresas e os seus lucros".

A missão do FMI aconselha o estado são-tomense a manter a prudência fiscal e aproveitar a dinâmica de reformas para reduzir a dívida pública e levar os benefícios da reforma a um seguimento mais alargado da população.

Brasília - Com a alta do dólar e menor renda, os gastos de brasileiros em viagens internacionais caíram 43,5% em fevereiro, na comparação com fevereiro de 2015. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, os gastos chegaram a US$ 841 milhões, contra US$ 1,49 bilhão registrado no mesmo mês do ano passado. De acordo com o BC, é o menor resultado em sete anos.

Se por um lado, as despesas de brasileiros no exterior caíram, as receitas de estrangeiros no Brasil aumentaram 14,97%, no mesmo período de comparação. As receitas de estrangeiros no país totalizaram US$ 599 milhões no mês passado, contra US$ 521 milhões fevereiro e 2015.

Com esses resultados, o déficit na conta de viagens ficou em US$ 242 milhões.

Brasília - A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) autorizou a companhia aérea brasileira Azul a realizar sete frequências semanais entre o Brasil e Portugal.

A autorização da agência de regulação do transporte aéreo brasileiro está publicada nesta segunda-feira (21) no Diário Oficial da União.

No início do ano, a Azul anunciou que pretendia efetuar voos diretos de Campainas, no estado de São Paulo, para Lisboa, a partir de maio.

A companhia Azul, do empresário norte-americano David Neeleman - sócio do consórcio Gateway, parceiro do Estado português na portuguesa TAP -, pretende iniciar a 4 de maio voos diretos entre Campinas e Lisboa.

A Azul será a primeira empresa brasileira a realizar voos diretos para Lisboa nos últimos dez anos. A última companhia brasileira a operar rota direta do Brasil para Portugal foi a TAM.

A operação será feita com equipamento próprio da companhia - Airbus A330 - e em sistema de codeshare com a TAP. A Azul tem em Campinas o seu principal centro de distribuição de voos, com mais de 170 decolagens diárias para cerca de 60 destinos domésticos, além de voos para Miami e Orlando, nos Estados Unidos,  e Caiena, na Guiana Francesa.

"Estudamos constantemente nossa malha de voos e identificamos essa oportunidade pela grande conectividade no Brasil e na Europa. Vamos oferecer voos muito convenientes a partir de várias cidades brasileiras com conexão em São Paulo (Campinas), assim como ligações para várias regiões da Europa por meio de nosso acordo de codeshare com a TAP", anunciou na ocasião a companhia.

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