O presidente da Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde (ANMCV) apontou o turismo como uma das “prioridades” para as parcerias com outros lideres locais e que se materializarão na cimeira que decorre no Mindelo.

Manuel de Pina, que falava à imprensa nesta quarta-feira, no Mindelo, elegeu o turismo como a “ bandeira” e como o “potencial de crescimento” do país.

“É a área que vamos trabalhar e estamos na elaboração dos planos estratégicos municipais para orientar cada território qual seria a sua vocação, do ponto de vista de desenvolvimento. Mas, todos os municípios estão a trabalhar esta perspectiva de desenvolvimento do turismo”, garantiu.

É esta perspectiva que foi abordada, assegurou, com os parceiros com quem se reuniu hoje como a Confederação Nacional de Municípios do Brasil, a Felcos da Itália, a Associação dos Municípios de Portugal, o PNUD e ainda outros que estão para chegar à ilha de São Vicente para participar na Cimeira Internacional dos Líderes Locais, que se inicia nesta tarde.

Estas missões após o encontro realizaram uma visita de cortesia ao presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves.

Relativamente à cimeira, Manuel de Pina considerou “dar corpo” aos resultados do IV Fórum Mundial realizado na cidade da Praia, e neste sentido, que estão presentes em Cabo Verde os parceiros para “afinar os passos” e realizar as “acções concretas”.

“Queremos desenvolver o país melhorando a vida as pessoas, e isso só é possível materializando os projectos concretos”, reforçou este responsável, que adianta haver “boas perspectivas” e que, cada parceiro se ocupe de uma região, por exemplo como os de Andaluzia que, garantiu, vão financiar projectos em Santa Cruz e ainda municípios do Brasil que poderão apoiar projectos de agricultura, área que se vai explorar mesmo tendo o turismo como foco.

Para isso, segundo a mesma fonte, já se fez uma primeira deslocação com os parceiros para conhecer a realidade e o que se está a fazer em Cabo Verde, com visitas pelas ilhas de Santiago, Santo Antão e agora São Vicente.

A II Cimeira Internacional dos Líderes Locais começa hoje no Mindelo e deverá reunir cerca de 150 participantes nacionais e internacionais.

O Ministério da Cultura e Turismo de Moçambique estima em 190 milhões de euros o valor necessário para transformar a baixa de Maputo em polo turístico e potenciar a capital do país em referência para a atracagem de cruzeiros.

O Ministério da Cultura e Turismo de Moçambique estima em 190 milhões de euros o valor necessário para transformar a baixa de Maputo em polo turístico e potenciar a capital do país em referência para a atracagem de cruzeiros.

A diretora-nacional do Turismo de Moçambique, Fátima Romero, citada hoje pelo diário O País, afirma que o valor será mobilizado através de parcerias entre o Estado e o setor privado e destina-se à construção e reabilitação de infraestruturas importantes para a maximização do potencial turístico de Maputo.

“Foi criado um grupo de trabalho que integra o setor privado e todos os intervenientes para o desenvolvimento do turismo na baixa da cidade de Maputo”, declarou Fátima Ribeiro.

Neste momento, prosseguiu, já decorrem atividades de modernização de infraestruturas.

O vereador das atividades económicas do município de Maputo, João Matsombe, disse que o governo da capital já disponibilizou um milhão de dólares (864 mil euros) como sinal do compromisso com a capitalização de Maputo como ponto de referência turística.

“Grande parte do montante será assegurado pelo setor privado”, declarou João Matsombe.

Santo Antão recebe nos próximos oito meses, período da época alta do turismo na ilha, milhares de visitantes provenientes, sobretudo, do norte da Europa, que procuram a ilha para caminhadas em trilhas.

A expectativa dos operadores é de que se mantenha a tendência de crescimento do turismo nesta ilha que, em 2017, recebeu  mais de 26 mil turistas, registando um crescimento de 23,8 por cento (%) face a 2016.

A expectativa dos operadores turísticos em relação à época alta do turismo em Santo Antão, que tem início em outubro, tem sido cada vez mais alta, segundo a operadora Sandra Pereira.

Santo Antão, para potenciar o seu turismo, precisa do aeroporto, mas necessita, sobretudo, de um plano que dê atenção à qualificação dos recursos humanos, através de formação profissional, segundo esta operadora.

Este ano, a época alta do turismo nesta ilha, que decorre até ao mês de maio, deverá ser marcada pela diversificação da oferta, já que, além do trekking, até agora o principal produto turístico de Santo Antão, os operadores começam a apostar na promoção do “canyoning” e mergulho.

O êxodo rural, dificuldades a nível de alojamento, dos transportes marítimos e aéreos, o estado atual do saneamento, a qualificação dos recursos humanos, falta de sinalização dos percursos são algumas “fragilidades” que ainda condicionam a atividade turística em Santo Antão, segundo os operadores.

Existem em Santo Antão 64 casas rurais que acolhem turistas nas diferentes localidades.

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