O Governo cabo-verdiano formaliza hoje (01) a privatização dos Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), através da venda de 51% das ações à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF e em 30% por empresários islandeses.

Em comunicado divulgado esta quarta-feira, o executivo cabo-verdiano recordou que a privatização dos TACV foi assumida “como uma das prioridades do atual Governo da República de Cabo Verde”.

“Diante da já conhecida situação financeira deficitária da companhia aérea de bandeira nacional há anos e visando colocá-la em boas condições para a sua privatização, o Governo decidiu avançar com um ambicioso programa de reestruturação da empresa em maio de 2017”, lia-se no comunicado.

O contrato será assinado hoje à tarde, pelas 16:00 locais, na Sala de Conferências do Palácio do Governo, num ato presidido pelo primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva.

O documento adianta que em agosto desse ano “deu-se início a uma parceria entre o Estado de Cabo Verde e o Grupo Icelandair, um grupo com experiência internacional reconhecida e com ‘know-how’ em matéria de aviação comercial”.

Para o Governo cabo-verdiano, a assinatura do contrato de compra e venda de 51% das ações é “um momento histórico para Cabo Verde que assegura a continuidade” da “companhia de bandeira e, certamente, um importante passo para a materialização do ‘Hub’ aéreo que estará baseado na ilha do Sal”.

“O país terá um maior número de conexões aéreas com o mundo para suportar o desenvolvimento do turismo, bem como uma maior proximidade entre Cabo Verde e a nossa comunidade de emigrantes”, lê-se no comunicado.

O Governo cabo-verdiano assina na sexta-feira com a Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF e em 30% por empresários islandeses, a venda de 51% das ações dos Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV).

Em comunicado, o executivo cabo-verdiano recorda que a privatização dos TACV foi assumida “como uma das prioridades do atual Governo da República de Cabo Verde”.

“Diante da já conhecida situação financeira deficitária da companhia aérea de bandeira nacional há anos e visando colocá-la em boas condições para a sua privatização, o Governo decidiu avançar com um ambicioso programa de reestruturação da empresa em maio de 2017”, lê-se no comunicado.

O documento adianta que em agosto desse ano “deu-se início a uma parceria entre o Estado de Cabo Verde e o Grupo Icelandair, um grupo com experiência internacional reconhecida e com ‘know-how’ em matéria de aviação comercial”.

“Outra grande vantagem da parceria estabelecida com o Grupo Icelandair passa pelo facto de este ter montado o ‘Hub’ Aéreo da Islândia, tendo este se tornado a plataforma de distribuição de passageiros e cargas entre o norte da Europa e os Estados Unidos da América”, prossegue o comunicado.

Em 27 de julho do ano passado, “a Loftleidir Icelandic submeteu ao Governo de Cabo Verde uma proposta vinculativa para a aquisição de 51% das ações dos TACV, tendo posteriormente proposto utilizar como veículo de aquisição da referida participação a sua participada, a Loftlider Cabo Verde, algo que mereceu a não objeção do Governo”.

“A Loftleidir Cabo Verde é uma empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação”, adiantou o executivo.

Para o Governo cabo-verdiano, a assinatura do contrato de compra e venda de 51% das ações é “um momento histórico para Cabo Verde que assegura a continuidade” da “companhia de bandeira e, certamente, um importante passo para a materialização do ‘Hub’ aéreo que estará baseado na ilha do Sal”.

“O país terá um maior número de conexões aéreas com o mundo para suportar o desenvolvimento do turismo, bem como uma maior proximidade entre Cabo Verde e a nossa comunidade de emigrantes”, lê-se no comunicado.

O turismo gerou em 2017 mais de 13,7 mil milhões de euros e foi responsável por 182 mil postos de trabalho na Região de Lisboa, revelou um estudo realizado para a Associação de Turismo de Lisboa (ATL).

As conclusões do estudo do impacto macroeconómico do turismo na cidade e na região de Lisboa, realizado pela consultora Deloitte, foram apresentadas nesta segunda-feira (25), na capital portuguesa.

De acordo com os dados, na região, em 2017, foram gerados direta ou indiretamente pela atividade turística mais 49 mil postos de trabalho relativamente a 2015, data do último estudo, e mais 54 mil face a 2005, quando a instituição encomendou a primeira avaliação.

A riqueza gerada na região situou-se em 2017 em 13,7 mil milhões de euros, enquanto em 2015 tinha sido de 8,7 mil milhões de euros, e, em 2005, de 3,8 mil milhões de euros.

Só na cidade de Lisboa, em 2017, o turismo foi responsável direta ou indiretamente por 93 mil postos de trabalho, mais 20 mil do que em 2015, e mais 26 mil do que 2005.

A atividade turística gerou, em 2017, na capital, mais de 10 mil milhões de euros de riqueza, mais quatro mil milhões do que em 2015, e mais oito mil milhões do que em 2005.

A maioria dos turistas estrangeiros que visitaram Lisboa é proveniente do Brasil, França, Espanha, Estados Unidos da América, Alemanha, Reino Unido e Itália, tendo gastado, em média, 161,1 euros por dia, numa permanência média de 2,3 noites na região.

O estudo identifica também os desafios da atividade turística na região, sendo o desenvolvimento dos transportes, do lado das políticas de mobilidade, e a diversificação dos produtos oferecidos, da parte dos operadores, dois fatores apontados.

O diretor da ATL, Vítor Costa, relaciona estes dois aspetos com o desafio maior de passagem a um “patamar diferente enquanto destino turístico”: “É bom que a cidade de Lisboa tenha muita atratividade e seja âncora, mas queremos passar a um patamar mais vasto em termos territoriais, de um destino turístico que tem 550 mil habitantes para um destino turístico que tenha 2,8 milhões, que é a Área Metropolitana”.

Vítor Costa sublinhou que a “questão da mobilidade externa – o aeroporto, porque mais de 90% dos turistas chega de avião -, e da mobilidade interna” são essenciais para se ter “uma cidade a duas margens”, num efeito que potencia também o investimento privado diversificado e descentralizado dentro da região.

“Para se ficar no Seixal, por exemplo, que é muito perto de Lisboa, é preciso que haja também hotelaria no Seixal, e isso implica investimento privado. O nosso território é pequeno, mas com muitos recursos. As pessoas precisam é de se deslocar, e de ter a noção que estarão sempre em Lisboa, dormindo em Almada ou em Setúbal. A marca principal será sempre Lisboa”, sustentou.

De acordo com o estudo, há mais 21 mil quartos de alojamento local face a 2015 e mais 1.786 quartos de hotel, notando-se igualmente uma “melhoria da ‘performance’ operacional”, com a taxa de ocupação a passar para 77,5% (71,7% em 2015) e o preço por quarto disponível (o chamado RevPar) a atingir os 77,7 euros, quando em 2015 era de 59,6 euros.

“Hoje temos maior rentabilidade da hotelaria, ao nível do indicador designado ‘RevPar’, que combina a ocupação com o preço, temos o melhor, de longe, do país, muito acima da média nacional, aproximando-se dos melhores exemplos europeus”, salientou Vítor Costa.

O estudo indica ainda que 94% chegou de avião e que 92% visitou Lisboa em lazer, sendo que 76% o fez num registo de ‘city & short break’. Cerca de 10,5% já visitou Lisboa mais do que uma vez.

Reserve já

motor reservas

Newsletter

introduza os seus dados de registo| enter your registration data| entrez vos données d'inscription