A África do Sul está disposta a ter mais visitantes chineses e está se esforçando para tornar sua viagem mais fácil e agradável, segundo o ministro sul-africano do Turismo.

O ministro do Turismo da África do Sul, Derek Hanekom, disse em uma comemoração do Ano Novo chinês, realizada pela embaixada chinesa, que a África do Sul tem cerca de 100 mil turistas chineses por ano,  mas ” poderíamos aumentar massivamente esse número”.

Em 2018, a África do Sul e a China assinaram memorandos de entendimento, entre os quais a simplificação de vistos para viajantes de negócios e lazer chineses para promover o turismo.

Hanekom disse que este foi um passo para tornar mais fácil para os viajantes chineses conseguirem visto para a África do Sul.

Ele revelou que o governo da África do Sul está considerando a emissão de vistos de 10 anos com entradas múltiplas e vistos eletrônicos para turistas chineses. O Departamento de Assuntos Internos está explorando a possibilidade de reconhecer o visto anterior ou outro visto no passaporte chinês, como o visto Schengen, da União Europeia, o visto americano ou o visto australiano.

Ele também prometeu que o processo de aprovação do pedido de visto será reduzido para cinco dias.

Quanto ao problema de segurança, Hanekom disse: “Estamos todos conscientes do desafio. Estamos levando isso muito a sério”. O governo está combatendo duramente o crime e a corrupção, os lugares que os visitantes costumam visitar são “seguros de acordo com qualquer padrão internacional”.

Hanekom disse que alguns guias locais e garçons de hotéis aprenderam mandarim para melhorar a experiência dos visitantes chineses. O treinamento será estendido para mais pessoas nos próximos anos.

“A África do Sul oferece uma variedade de experiências de vida selvagem e uma oferta cultural e patrimonial extraordinariamente diversificada que muitos países não conseguem igualar”, disse Hanekom.

Angola e Espanha assinaram, em Madrid, um memorando para promover a cooperação entre os setores turísticos dos dois países, tanto de carácter público como privado.

O documento visa impulsionar o intercâmbio de especialistas em promoção e comercialização turística, além de planificação e desenvolvimento de destinos turísticos.

Pela parte angolana assinou a ministra do Turismo, Ângela Bragança, e pela Espanha assinou a ministra da Indústria, Comércio e Turismo, Reyes Maroto Illfra.

De acordo com o documento, os signatários “dedicarão especial atenção ao desenvolvimento e ampliação das relações turísticas atualmente existentes, como medida para fortalecer as suas economias e aumentar o conhecimento recíproco das suas respectivas culturas nacionais”.

“Qualquer ação será realizada respeitando as respectivas legislações e acordos internacionais nos países dos quais os signatários façam parte e que estejam atualmente em vigor”, lê-se no documento que prevê estudos de novas ofertas turísticas, no âmbito da gestão do património natural e cultural que impulsionem o desenvolvimento de um turismo sustentável em benefício das populações locais e trocarem experiências no âmbito da exploração de edifícios históricos com fins turísticos”.

O memorando prevê ainda estudar formas de promover a cooperação em áreas como análise e investigação de mercados, o intercâmbio de especialistas em promoção turística e marketing online, através das novas tecnologias, assim como impulsionar a digitalização do setor turístico.

A transportadora aérea angolana TAAG vai negociar o fornecimento de novas aeronaves a partir de 2020 com a Boeing e a Bombardier, no âmbito do processo de renovação da frota.

O Presidente angolano, João Lourenço, aprovou este mês o plano de reestruturação e modernização da frota daquela transportadora aérea estatal, autorizando o ministro dos Transportes a “celebrar contratos de compra e venda de aeronaves com as empresas Boeing e Bombardier”.

O despacho autoriza ainda o ministro dos Transportes a “desencadear os instrumentos para estruturar e montar a operação de financiamento para a aquisição das aeronaves” e a “negociar o refinanciamento de duas aeronaves Boeing 777-300 ER”, adquiridas pela TAAG nos últimos anos.

A medida é justificada pelo Presidente angolano com a “transformação e modernização” da TAAG – Linhas Aéreas de Angola SA, que “é um elemento fundamental para a consolidação da política do poder executivo para o setor da aviação civil angolana”, e face à “importância da renovação da frota” da companhia de bandeira de Angola para a “dinamização da sua política empresarial e concretização dos seus objetivos estratégicos”.

Os ministros das Finanças e dos Transportes, em conjunto com a administração da TAAG, são igualmente autorizados “a proceder ao início da negociação com os diferentes financiadores disponíveis” para esta operação de compra dos novos aviões – em quantidade não especificada no documento -, bem como a concluírem as “diferentes fases dos processo de cobertura de financiamento do fornecimento das aeronaves para os anos 2020 e seguintes”.

Uma informação anterior da administração da TAAG apontava para o objetivo de aquisição, a partir deste ano, de 11 aviões de médio curso, no âmbito do programa de modernização da companhia, além de aeronaves de última geração do tipo Boeing 787, para as rotas de longo curso.

A decisão tem também como pano de fundo a conclusão das obras de construção do novo aeroporto de Luanda.

A atual frota da TAAG é composta por 13 aviões Boeing, três dos quais 777-300 ER, com mais de 290 lugares e que foram recebidos entre 2014 e 2016. A companhia conta ainda com cinco 777-200, de 235 lugares, e outros cinco 737-700, com capacidade para 120 passageiros, estes utilizados nas ligações domésticas e regionais.

A privatização parcial da transportadora aérea estatal angolana TAAG prevê a venda de até 10% do capital social a outras companhias aéreas, nacionais ou estrangeiras, segundo o novo estatuto da empresa.

O capital social da TAAG está avaliado em 700.000 milhões de kwanzas (cerca de 2.000 milhões de euros), representado por 2.000 milhões de ações ordinárias.

“Serão obrigatoriamente da titularidade do Estado ou de outras entidades pertencentes ao setor público as ações representativas de, pelo menos, 51% do capital social em cada momento existente”, lê-se no estatuto da companhia aérea de bandeira angolana.

Define igualmente que “a transmissão e a oneração de ações pertencentes ao Estado ou a qualquer entidade do setor público fica sempre dependente da autorização do titular do poder executivo [Presidente da República]” e que a administração da TAAG deve recusar a venda de participações caso coloque em causa a revogação da licença de exploração de transporte aéreo da sociedade.

Não é ainda permitido ultrapassar o limite de 10% de ações subscritas exclusivamente por trabalhadores e reformados do setor dos transportes, e 10% de ações “por uma ou várias companhias aéreas estrangeiras” como “parceiras tecnológicas”.

Está ainda previsto um limite de 2% de ações a subscrever por “qualquer entidade privada nacional, e pública ou privada estrangeira”.

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