A Qatar Airways vai disponibilizar voos diretos para Lisboa a partir de junho de 2019, sendo a rota operada com um Boeing 787 ‘Dreamliner’ com 22 lugares na classe executiva e 232 na económica.

A nova rota Doha-Lisboa / Lisboa-Doha, anunciada nesta segunda-feira (25), vai permitir à companhia aérea iniciar a sua “operação regular em Portugal” e consolidar a sua presença na Europa.

“Estamos muito satisfeitos em anunciar o lançamento de serviços diretos para Lisboa, uma capital europeia vibrante e com uma história rica”, disse, em comunicado, o presidente executivo do grupo Qatar Airways, Akbar Al Baker.

Esta nova rota “proporcionará aos viajantes de negócios e de lazer, acesso à extensa rede de rotas globais da Qatar Airways em mais de 160 destinos em todo o mundo”.

A companhia aérea do Qatar viaja para 160 destinos com uma frota de mais de 250 aeronaves.

Este ano, a Qatar Airways vai passar a disponibilizar uma série de novas viagens, nomeadamente, para Malta, Rabat (Marrocos), Langkawi (Malásia), Davao (Filipinas), Izmir (Turquia) e Mogadíscio (Somália), além de Portugal.

Os ministros do turismo e transporte aéreo de 54 países africanos vão participar na I Conferência Ministerial sobre o Transporte Aéreo e o Turismo em África que decorre, entre quarta e sexta-feira, na ilha cabo-verdiana do Sal.

Organizada pelo Governo de Cabo Verde, esta conferência da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO) e da Organização Mundial do Turismo (OMT) reúne todos os países da África e os promotores contam com um recorde de participações ministeriais.

Segundo nota do Governo cabo-verdiano, está já confirmada a participação de 54 países que estarão representados pelos ministros que tutelam os setores do turismo e do transporte aéreo e de onze companhias aéreas de outros países.

“Cabo Verde sente-se muito honrado por ter sido escolhido pela ICAO e pela OMT, como parceiro em África, para organizar a I Conferência Ministerial em África sobre a Aviação Civil e o Turismo”, afirmou o ministro do Turismo e Transportes cabo-verdiano.

Segundo José da Silva Gonçalves, são 54 países em África que, “pela primeira vez, vão reunir os dois setores – aviação civil e turismo”.

“Hoje sabemos que milhões de passageiros e turistas vão pela via do transporte aéreo e, nesse sentido, [os dois setores] estão interligados”, adiantou.

No encontro, que decorre em Santa Maria, ilha do Sal, irá ser feito “um balanço do caminho percorrido e dos ganhos alcançados nestes dois setores e desenvolver soluções pragmáticas com foco no futuro, procurando meios credíveis que permitam aos Estados africanos maximizar e equilibrar os benefícios do futuro desenvolvimento dos serviços turísticos e de transporte aéreo no continente”, segundo nota do Executivo cabo-verdiano.

Além de ministros do Transporte Aéreo e Aviação Civil e ministros do Turismo de todo o continente africano, marcarão presença dirigentes da ICAO e da OMT, altos funcionários governamentais, bem como especialistas desses setores e representantes de organismos internacionais e regionais africanos.

O Governo cabo-verdiano espera que a iniciativa venha a ser um marco no desenvolvimento integrado do turismo e transporte aéreo, “dois setores económicos estratégicos no desenvolvimento do continente africano”.

A OACI é uma agência especializada da ONU, estabelecida pelos Estados membros, em 1944, visando a administração e governança da Convenção sobre Aviação Civil Internacional (Convenção de Chicago).

A ICAO trabalha com os 192 Estados Membros da Convenção e grupos industriais para chegar a um consenso sobre as Normas e Práticas Recomendadas da aviação civil internacional e políticas de apoio para um setor de aviação civil seguro, eficiente, economicamente sustentável e ambientalmente responsável.

O grupo TAP, cuja gestão foi entregue pelo Estado português a um consórcio de empresas privadas,  o Atlantic Gateway, registou, em 2018, um prejuízo de 118 milhões de euros, valor que compara com um lucro de 21,2 milhões de euros registado no ano anterior, foi hoje (22) anunciado.

“Tivemos um prejuízo líquido consolidado de 118 milhões de euros […]. Os resultados vão além do prejuízo, já que a empresa não causa impacto somente através do seu resultado financeiro”, disse o presidente da Comissão Executiva da TAP, Antonoaldo Neves, que falava aos jornalistas, em Lisboa.

Por sua vez, a receita do grupo passou de 2.978 milhões de euros em 2017 para 3.251 milhões de euros em 2018, traduzindo-se num aumento de 273 milhões de euros, mais 9,1% face ao período homólogo.

“O ano de 2018 foi difícil para a TAP quer em termos operacionais, quer em termos económicos e financeiros, mas foi um ano que não comprometeu o nosso futuro. Um ano que nos permitiu continuar a criar raízes para que o plano estratégico possa ser implementado como previsto”, disse, por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho.

O consórcio Atlantic Gateway – formado pelo grupo português de transportes rodoviários Barraqueiro e pela transportadora aérea brasileira Azul, criada pelo investidor norte-americano David Neeleman – detém 45% da TAP, sendo o Estado português dono de 50% do grupo, estando os restantes 5% do capital nas mãos dos trabalhadores.

No processo de alienação de capital, o atual governo português, do primeiro-ministro António Costa, do PS, na sequência de uma profunda crise na transportadora, herdada do governo anterior, liderado pelo ex-primeiro-ministro Passos Coelho, do PSD, reformulou o processo de privatização da TAP, mantendo a presença do Estado português com uma participação de 50% do capital, mas entregando a gestão da companhia aérea ao consórcio privado.

Antigos executivos da empresa têm vindo a apontar repetidos erros de gestão em várias áreas ao consórcio que administra a companhia, desde o setor operacional ao marketing, ou ao relacionamento com o público e com os fornecedores.

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