O turismo brasileiro em Portugal voltou a crescer em abril, com 223 mil dormidas, valor que fica 10,2% acima do verificado no mesmo mês do ano passado e que se traduz no registo mais elevado de turistas do Brasil em Portugal desde o início de 2019, segundo o INE – Instituto Nacional de Estatística.

O crescimento de abril contribuiu para que o total de dormidas de brasileiros em Portugal no primeiro quadrimestre do ano tenha crescido 8,2% em comparação com o mesmo período do ano passado. Globalmente, o turismo estrangeiro em Portugal cresceu 7,1% em abril e 2,7% no total dos primeiros quatro meses do ano.

No período até abril o Brasil foi o quinto maior emissor de turistas estrangeiros para Portugal, apenas atrás do Reino Unido (que gerou 793 mil dormidas), Alemanha (535 mil dormidas), Espanha (476 mil dormidas) e França (430 mil).

Segundo o INE, o setor do alojamento turístico em Portugal registou 2,3 milhões de hóspedes e 5,8 milhões de dormidas em abril de 2019, correspondendo a variações de 9,1% e 9,5%, respetivamente (4,2% e 0,7% em março, pela mesma ordem).

De acordo com a mesma fonte, as dormidas de portugueses cresceram 16% (+5,1% em março) e as de não residentes aumentaram 7,1% (-0,9% no mês anterior), neste último caso refletindo sobretudo a variação de turistas oriundos de Espanha.

Em abril de 2019, a estada média (2,57 noites) cresceu 0,4% (5,1% nos residentes e -1,1% nos não residentes). A taxa líquida de ocupação-cama (48,7%) aumentou 1,9 p.p. em abril (-1,4 p.p. em março).

As receitas dos hotéis portugueses aceleraram, tendo no total apresentado um crescimento de 9,6% (3,7% em março) e atingido 331,5 milhões de euros.

O INE nota que “estes resultados foram influenciados pelo efeito do período de férias associado à Páscoa, que este ano ocorreu em meados de abril, enquanto no ano anterior teve influência repartida entre março e abril”.

A companhia aérea portuguesa euroAtlantic airways deixará de voar entre Lisboa e São Tomé a partir de outubro, após a recusa das autoridades são-tomenses de estender o acordo em vigor, anunciou o Governo, adiantando que “outros parceiros” assumirão a rota.

“Neste momento a euroAtlantic está a voar, ela é parte acionista da STP Airways, esta situação vai continuar, pelo menos até o mês de outubro”, disse aos jornalistas o ministro das Obras Públicas, Infraestruturas e Recursos Naturais são-tomense, Osvaldo Abreu.

Em declarações aos jornalistas, sábado (08), o ministro disse que o acordo entre a euroAtlantic e o Estado são-tomense vai até outubro, altura em que a rota será assumida por “outros parceiros”, que não especificou.

“Nós estamos a conversar para podermos viabilizar outras formas, outras normas, outras rotas e parcerias para dar mais asas à STP Airways e modernizar um pouco tudo o que é equipamentos, ‘handling’ e outros serviços aéreos que nós achamos que, pela pujança que o nosso país ganhou, precisamos de acompanhar e não sermos sempre surpreendidos e estarmos atrás dos acontecimentos”, acrescentou.

O ministro das Obras Públicas, Infraestruturas e Recursos Naturais garantiu que “não há incumprimento do acordo assinado”, mas referiu que o Governo são-tomense recusou aceitar a extensão de um pedido da companhia portuguesa como sendo o motivo essencial para a rotura da parceria.

“Não existem incumprimentos, existem simplesmente mal-entendidos. Nós temos acordos, os acordos têm prazos”, disse o governante.

“Houve um pedido para a extensão de um determinado serviço pela euroAtlantic e o Governo de São Tomé e Príncipe achou que neste momento não havia condições para fazer a extensão deste serviço no âmbito do acordo e a empresa achou que sem a anuência desta solicitação ela não teria as condições para continuar a operar com a STP Airways”, explicou Osvaldo Abreu.

O Governo são-tomense disse que já tem alternativa à euroAtlantic Airways (EAA).

“Nós tínhamos que ter alternativa, somos Governo, somos responsáveis e nós não podemos de maneira alguma deixar os nossos clientes, o nosso país, sem possibilidades de voar com as nossas cores, com o nosso nome, com a nossa bandeira. A STP Airways vai continuar a voar”, garantiu.

A EAA é a maior accionista da STP AIRWAYS, detendo a gestão da companhia aérea de bandeira de São Tomé e Príncipe.

A informação foi avançada pelo jornal The New York Times, que adiantou que o serviço vai ser feito sob a firma Uber Copter.

A Uber vai iniciar o serviço de táxi aéreo em Nova Iorque, em 09 de julho, com um preço médio entre 200 e 225 dólares, em helicópteros com capacidade máxima para cinco passageiros e dois tripulantes.

A informação foi avançada pelo jornal The New York Times, que adiantou que o serviço vai ser feito sob a firma Uber Copter.

O serviço vai ter um percurso predeterminado, entre a zona do ‘ferry’ em Staten Island, Manhattan, e o aeroporto JFK, com um tempo de voo de aproximadamente oito minutos.

“Esta é uma viagem que muitas pessoas fazem diariamente e vemos aqui a oportunidade de lhes poupar uma grande quantidade de tempo”, afirmou Eric Allison, dirigente da Uber.

Atualmente, esta viagem por automóvel pode durar pelo menos uma hora, que pode exceder duas, durante a designada hora de ponta. Outros modos de trânsito, como o metropolitano e comboio de Long Island, demoram entre 50 e 75 minutos enquanto a Uber Copter compromete-se a reduzir a duração total da viagem, incluindo o transporte terrestre, a apenas 30 minutos.

Reserve já

motor reservas

Newsletter

introduza os seus dados de registo| enter your registration data| entrez vos données d'inscription