O julgamento dos alegados autores do assassinato de duas turistas escandinavas nas montanhas do Atlas, em Marrocos, começou hoje e foi imediatamente adiado até 16 de Maio para dar tempo aos advogados para prepararem a defesa dos réus.

O tribunal de apelação de Salé, cidade marroquina, limitou-se a recolher informações sobre os 24 acusados e a interrogá-los sobre os seus advogados de defesa.

Segundo a agência de notícias Efe, 20 arguidos não tinham advogado por falta de recursos, e como tal o juiz nomeou advogados oficiosos que solicitaram algum tempo para prepararem as suas defesas.

Os acusados são julgados por “apologia ao terrorismo”, “violação da vida de pessoas com premeditação” e “constituir um grupo terrorista”.

O crime em causa terá ocorrido na noite de 17 de Dezembro, quando Louisa Vesterager Jespersen, uma dinamarquesa de 24 anos, e Maren Ueland, uma norueguesa de 28 anos, foram decapitadas pelos supostos militantes no vale Imlil no Alto Atlas.

Os corpos das duas turistas foram encontrados dentro de uma tenda de campismo numa zona isolada nas montanhas do Atlas com marcas de violência nos pescoços.

O maciço de Alto Atlas é conhecido pelos seus trilhos e recebe todos os anos dezenas de milhares de visitantes, sendo Imlil o ponto de partida para a subida do pico mais alto do norte da África, o Monte Toubkal (4.167 metros).

A transportadora aérea angolana TAAG voltou a voar para Cabo Verde, depois de três anos de interrupção devido a dificuldades financeiras. O voo inaugural da rota Luanda-Ilha do Sal foi realizado na última sexta-feira.

No Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na Ilha do Sal (arquipélago de Cabo Verde) , a aeronave que saiu de Luanda, com cerca de 90 convidados a bordo, recebeu o respectivo batismo de voo, na presença do ministro cabo-verdiano do Turismo e Transportes, José Gonçalves, que sublinhou que os dois povos estão “condenados” a partilhar o desenvolvimento sustentável que ambos os países vão alcançar.

Explicou que a Ilha do Sal é o berço do turismo em Cabo Verde e neste momento o aeroporto local é uma plataforma com ligações para vários destinos na Europa, Estados Unidos da América, Brasil e outros pontos com vários interesses.

O governante que deu as boas vindas a comitiva angolana, informou que possivelmente e sem dar mais detalhes, no próximo mês de Outubro, a companhia de bandeira Cabo Verde Airlines poderá operar a rota Cidade da Praia/ Luanda.

Segundo fonte da companhia, a ligação a Ilha do Sal será feita com escala em São Tomé e Príncipe, com duas frequências semanais, à sexta-feira e ao domingo, pelo avião Boeing 737 – 700 NG, que tem a capacidade para transportar 120 passageiros.

A TAAG atende, actualmente, 17 destinos domésticos, 25 internacionais, em África, América do Sul, Europa e Ásia, com uma frota composta de 13 aeronaves das quais oito são do tipo Boeing 777, “Triple seven”.

A companhia opera nas rotas de Lisboa, Porto, Pequim, Dubai, Rio de Janeiro, São Paulo, Havana, Cidade do Cabo, Joanesburgo, São Tomé, Praia, Brazzaville, Bangui, Douala, Harare, Windhoek, Maputo e, desde sexta-feira (26), a Ilha do Sal.

O Governo cabo-verdiano decidiu alienar 100 mil ações que o Estado detinha na transportadora aérea nacional (TACV), que representam 10% do capital social da empresa recentemente privatizada, anunciou o executivo.

A decisão de alienar as 100 mil ações detidas pelo Estado e representativas de 10% do capital social da TACV foi tomada no Conselho de Ministros cabo-verdiano de quinta-feira e hoje comunicada aos jornalistas pelo ministro de Estado, da Presidência do Conselho de Ministros e Desporto, Fernando Elísio Freire.

Os 10% do capital social da TACV que serão agora alienados têm como compradores preferenciais os trabalhadores da empresa (cinco por cento) e os emigrantes (cinco por cento).

“Como já se sabe, o Governo está no processo da reestruturação do setor empresarial do Estado, neste caso da TACV, tendo já feito a venda direta dos 51%, sendo que os 49% ainda pertencem ao Estado”, disse Fernando Elísio Freire.

Segundo o ministro, as 100 mil ações, que serão vendidas na Bolsa de Valores de Cabo Verde, custarão 1.457 escudos cabo-verdianos (cerca de 13 euros) cada.

De acordo com Fernando Elísio Freire, após esta operação, o Estado permanece com 39% da empresa, os quais serão futuramente alienados, conforme previsto na lei.

No início de março, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da companhia aérea nacional TACV por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, que irá injetar mais seis milhões de euros para a capitalização da empresa, informou o Governo cabo-verdiano.

Segundo o executivo, o valor patrimonial da empresa foi estabelecido no montante de 9,2 milhões de euros: 5,48 milhões de euros representavam os ativos imobiliários e 3,7 milhões de euros o valor patrimonial, excluindo os imóveis.

De acordo com o contrato assinado, “o parceiro estratégico não poderá alienar as suas ações durante um período de cinco anos, tendo para tal de ter autorização do Governo”.

“Passado este período, e caso pretenda fazê-lo, o Governo tem sempre direito de preferência”, refere a nota.

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