Lisboa - O Tribunal Arbitral português definiu, na última segunda-feira, os voos que os pilotos da TAP estão obrigados a realizar durante os dez dias de greve que deverá ser iniciada à meia-noite (00.00 H, hora de Portugal) desta sexta-feira, 1. de maio.

A greve deverá decorrer entre 1 e 10 de maio, de acordo com o aviso de paralisação do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC).

No fundamental, os serviços mínimos visam a garantir voos para as regiões autônomas dos arquipélagos da Madeira e dos Açores, para os países onde estão radicadas comunidades portuguesas, viagens de Estado e transportes militares.

A lista dos voos anunciados poderá sofrer alterações, dependendo de vários fatores, entre eles a maior ou menor adesão dos pilotos à greve. Estão previstas 276 ligações.

Confira a lista de voos previstos:

AÇORES
1 de Maio
TP1865 e TP1860 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1827 e TP1828 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

2 de Maio
TP1865 e TP1860 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1827 e TP1828 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

3 de Maio
TP1867 e TP1868 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1821 e TP1822 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

4 de Maio
TP1865 e TP1860 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1827 e TP1828 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

5 de Maio
TP1867 e TP1868 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1821 e TP1822 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

6 de Maio
TP1865 e TP1860 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1827 e TP1828 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

7 de Maio
TP1867 e TP1868 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1821 e TP1822 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

8 de Maio
TP1865 e TP1860 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1827 e TP1828 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

9 de Maio
TP1865 e TP1860 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1827 e TP1828 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

10 de Maio
TP1867 e TP1868 (Lisboa – Ponta Delgada – Lisboa)
TP1821 e TP1822 (Lisboa – Terceira – Lisboa)

MADEIRA
1 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1687 e TP1686 | TP1691 e TP1688 (Lisboa – Funchal – Lisboa)

2 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1691 e TP1684 (Lisboa – Funchal – Lisboa) | TP1713 e TP1718 (Porto – Funchal – Porto)

3 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1691 e TP1688 (Lisboa – Funchal – Lisboa) | TP1713 e TP1718 (Porto – Funchal – Porto)

4 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1687 e TP1686 | TP1691 e TP1690 (Lisboa – Funchal – Lisboa)

5 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1687 e TP1686 | TP1691 e TP1684 (Lisboa – Funchal – Lisboa)

6 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1687 e TP1686 | TP1691 e TP1688 (Lisboa – Funchal – Lisboa)

7 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1687 e TP1686 | TP1691 e TP1684 (Lisboa – Funchal – Lisboa)

8 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1687 e TP1686 | TP1691 e TP1688 (Lisboa – Funchal – Lisboa)

9 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1687 e TP1686 | TP1691 e TP1684 (Lisboa – Funchal – Lisboa)

10 de Maio
TP1685 e TP1678 | TP1687 e TP1686 | TP1691 e TP1688 (Lisboa – Funchal – Lisboa)

ANGOLA
1 a 10 de Maio
TP289 e TP288 (Lisboa – Luanda – Lisboa)

MOÇAMBIQUE
1, 3 e 5 de Maio
TP281 e TP282 (Lisboa – Maputo – Lisboa)

BRASIL
1 de Maio
TP87 e TP2562 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP75 e TP72 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

2 de Maio
TP87 e TP82 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP73 e TP74  (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

3 de Maio
TP87 e TP2560 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP73 e TP74 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

4 de Maio
TP87/TP82 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP73 e TP74 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

5 de Maio
TP87/TP82 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP73 e TP74 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

6 de Maio
TP87/TP82 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP73 e TP74 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

7 de Maio
TP87/TP82 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP73 e TP74 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

8 de Maio
TP87/TP2562 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP75 e TP72 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

9 de Maio
TP87/TP82 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP73 e TP74 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

10 de Maio
TP87/TP2560 (Lisboa – São Paulo – Lisboa) | TP73 e TP74 (Lisboa – Rio de Janeiro – Lisboa)

FRANÇA
1 a 10 de Maio
TP432 e TP431 (Lisboa – Paris – Lisboa)

LUXEMBURGO
1 a 5 de Maio e 7 a 10 de Maio
TP694 e TP693 (Lisboa – Luxemburgo – Lisboa)

6 de Maio
TP679 e TP678 (Porto – Luxemburgo – Porto)

REINO UNIDO
1 a 10 de Maio
TP356 e TP369 (Lisboa – Londres – Lisboa)

SUÍÇA
1, 3, 5, 7 e 8 de Maio
TP926 e TP927 (Lisboa – Zurique – Lisboa)

2, 4, 6, 9 e 10 de Maio
TP948 e TP953 (Lisboa – Genebra – Lisboa)

ALEMANHA
1 a 10 de Maio
TP576 e TP579 (Lisboa – Frankfurt – Lisboa)

BÉLGICA
1 a 5 de Maio e de 7 a 10 de Maio
TP618 r TP613 (Lisboa – Bruxelas – Lisboa)

6 de Maio
TP616 e TP617 (Lisboa – Bruxelas – Lisboa)

ITÁLIA
1, 3, 5, 7 e 9 de Maio
TP832 e TP839 (Lisboa – Roma – Lisboa)

2, 4, 6, 8 e 10 de Maio
TP804 e TP809  (Lisboa – Malpensa – Lisboa)

Lisboa - O Tribunal Arbitral português definiu, nesta segunda-feira (27), os serviços mínimos a que estão obrigados os trabalhadores da transportadora aérea TAP durante os 10 dias de greve dos pilotos, com início a 1 de maio.

No fundamental, os serviços mínimos visam a garantir voos para as regiões autônomas dos arquipélagos da Madeira e dos Açores, para os países onde estão radicadas comunidades portuguesas, viagens de Estado e transportes militares.

Assim, o Tribunal decidiu que terão de ser realizados  todos os voos programados de e para os Açores e três voos de ida e três de volta para a Madeira.

Na ligação Portugal/ Brasil/ Portugal - duas partidas e dois regressos por dia;

Na ligação Portugal/ Angola/ Portugal - um voo de ida e um de regresso em cada um dos dias de greve;

Na ligação Portugal/ Moçambique/ Portugal - três voos de ida e três de volta durante todo o período de paralisação (dez dias);

Para França, Luxemburgo, Reino Unido, Suíça, Alemanha, Bélgica e Itália, a TAP tem que garantir para cada um destes destinos, um voo de ida e um de volta em cada um dos dias de greve.

Brasília - Entidades do turismo brasileiro consideram que a alta do dólar face ao real pode favorecer o turismo doméstico, mas argumentam que os custos para operar impedem barateamento dos pacotes, e que não há divulgação suficiente do Brasil no exterior.

No primeiro trimestre deste ano, a cotação do dólar encostou em R$ 3,30. Do fim de março para cá, a moeda devolveu parte da alta, mas permanece cotada perto de R$ 3. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, Enrico Fermi, afirma que a maior procura por destinos nacionais foi registrada em dezembro de 2014 e nos três primeiros meses deste ano.

"Há tendência de migrarem para o turismo interno. Nossa taxa de ocupação cresceu. Na cidade de Natal, tivemos aumento de 14% na ocupação em relação a outros anos", exemplifica. Ele ressalta que a valorização do dólar torna o Brasil mais atraente para o turista estrangeiro. "O poder de compra dele aumenta. Mas a carga tributária alta impede que o Brasil ofereça preços mais baratos. Hoje, o Caribe tem os melhores preços [para estrangeiros]", informou.

O vice-presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagem de São Paulo (Abav-SP), Edmar Bull, acredita que o dólar mais alto será positivo para o turismo doméstico este ano. Ele destaca que a modalidade será impulsionada, ainda, pelo grande número de feriados curtos. "Isso ajuda muito os destinos domésticos", frisa.

Na Abav nacional, a expectativa é que as viagens internacionais dos brasileiros fiquem estáveis e as viagens internas cresçam 5% em 2015 em relação a 2014. Na avaliação de Leonel Rossi, vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, o crescimento do movimento doméstico não deve ocorrer isoladamente em função do dólar mais caro. Segundo Rossi, tanto o turismo interno quanto o internacional têm muita margem para crescer.

"São 7 milhões de turistas internacionais e 45 milhões de turistas domésticos por ano, em uma população de mais de 200 milhões de pessoas. As duas [modalidades de turismo] estarão sempre crescendo. Nos últimos três anos, 13 companhias aéreas internacionais vieram para o Brasil. O crescimento do turismo é irreversível", diz ele, que defende mais investimentos para o setor.

"O dinheiro que temos para promover o Brasil no exterior é pouco. Após a Copa do Mundo devíamos ter aproveitado para fazer um marketing pesado, mas não houve verba para isso. Agora, o dólar mais alto facilitou que o turista estrangeiro venha para cá, mas tem que mostrar o Brasil para o mundo", comenta.

Dados do Banco Central mostram que, no primeiro trimestre de 2015, os gastos de estrangeiros no Brasil cresceram 2,81%, de US$ 533 milhões para US$ 548 milhões. Para Leonel Rossi, o crescimento é pequeno, ficando aquém do potencial do país como destino turístico. Agência Brasil

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