A transportadora aérea angolana TAAG voltou a voar para Cabo Verde, depois de três anos de interrupção devido a dificuldades financeiras. O voo inaugural da rota Luanda-Ilha do Sal foi realizado na última sexta-feira.

No Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na Ilha do Sal (arquipélago de Cabo Verde) , a aeronave que saiu de Luanda, com cerca de 90 convidados a bordo, recebeu o respectivo batismo de voo, na presença do ministro cabo-verdiano do Turismo e Transportes, José Gonçalves, que sublinhou que os dois povos estão “condenados” a partilhar o desenvolvimento sustentável que ambos os países vão alcançar.

Explicou que a Ilha do Sal é o berço do turismo em Cabo Verde e neste momento o aeroporto local é uma plataforma com ligações para vários destinos na Europa, Estados Unidos da América, Brasil e outros pontos com vários interesses.

O governante que deu as boas vindas a comitiva angolana, informou que possivelmente e sem dar mais detalhes, no próximo mês de Outubro, a companhia de bandeira Cabo Verde Airlines poderá operar a rota Cidade da Praia/ Luanda.

Segundo fonte da companhia, a ligação a Ilha do Sal será feita com escala em São Tomé e Príncipe, com duas frequências semanais, à sexta-feira e ao domingo, pelo avião Boeing 737 – 700 NG, que tem a capacidade para transportar 120 passageiros.

A TAAG atende, actualmente, 17 destinos domésticos, 25 internacionais, em África, América do Sul, Europa e Ásia, com uma frota composta de 13 aeronaves das quais oito são do tipo Boeing 777, “Triple seven”.

A companhia opera nas rotas de Lisboa, Porto, Pequim, Dubai, Rio de Janeiro, São Paulo, Havana, Cidade do Cabo, Joanesburgo, São Tomé, Praia, Brazzaville, Bangui, Douala, Harare, Windhoek, Maputo e, desde sexta-feira (26), a Ilha do Sal.

O Governo cabo-verdiano decidiu alienar 100 mil ações que o Estado detinha na transportadora aérea nacional (TACV), que representam 10% do capital social da empresa recentemente privatizada, anunciou o executivo.

A decisão de alienar as 100 mil ações detidas pelo Estado e representativas de 10% do capital social da TACV foi tomada no Conselho de Ministros cabo-verdiano de quinta-feira e hoje comunicada aos jornalistas pelo ministro de Estado, da Presidência do Conselho de Ministros e Desporto, Fernando Elísio Freire.

Os 10% do capital social da TACV que serão agora alienados têm como compradores preferenciais os trabalhadores da empresa (cinco por cento) e os emigrantes (cinco por cento).

“Como já se sabe, o Governo está no processo da reestruturação do setor empresarial do Estado, neste caso da TACV, tendo já feito a venda direta dos 51%, sendo que os 49% ainda pertencem ao Estado”, disse Fernando Elísio Freire.

Segundo o ministro, as 100 mil ações, que serão vendidas na Bolsa de Valores de Cabo Verde, custarão 1.457 escudos cabo-verdianos (cerca de 13 euros) cada.

De acordo com Fernando Elísio Freire, após esta operação, o Estado permanece com 39% da empresa, os quais serão futuramente alienados, conforme previsto na lei.

No início de março, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da companhia aérea nacional TACV por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, que irá injetar mais seis milhões de euros para a capitalização da empresa, informou o Governo cabo-verdiano.

Segundo o executivo, o valor patrimonial da empresa foi estabelecido no montante de 9,2 milhões de euros: 5,48 milhões de euros representavam os ativos imobiliários e 3,7 milhões de euros o valor patrimonial, excluindo os imóveis.

De acordo com o contrato assinado, “o parceiro estratégico não poderá alienar as suas ações durante um período de cinco anos, tendo para tal de ter autorização do Governo”.

“Passado este período, e caso pretenda fazê-lo, o Governo tem sempre direito de preferência”, refere a nota.

Aos viajantes portugueses, o executivo recomenda, ainda, que devem estacionar em locais protegidos e resguardados de objetos que possam constituir perigo, evitar a travessia de leitos de rio e obedecer às instruções das autoridades competentes.

O Governo português alertou esta terça todos os que pretendam viajar para Moçambique e Tanzânia de que se está a formar uma tempestade tropical intensa naqueles dois países.

Através do Portal das Comunidades, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Governo alerta para a necessidade de serem tomadas medidas de precaução devido à tempestade tropical, que deve afetar a região de Nampula e Cabo Delgado, em Moçambique, e sul da Tanzânia.

Entre as recomendações está o acompanhamento da situação através dos órgãos oficiais e de comunicação social, o evitar circular e permanecer em zonas ribeirinhas ou no perímetro das bacias hidrográficas, nomeadamente dos rios Messalo, Lúrio e Ligonha, em Moçambique, aconselhando a circulação somente em estradas que não representem perigo.

Aos viajantes portugueses, o executivo recomenda, ainda, que devem estacionar em locais protegidos e resguardados de objetos que possam constituir perigo, evitar a travessia de leitos de rio e obedecer às instruções das autoridades competentes.

No caso de Moçambique, o Governo lembra que, devido ao ciclone Idai, mantêm-se dificuldades de circulação e de comunicação em algumas zonas do país, nomeadamente em Sofala.

Acrescenta também que, desde outubro de 2017, têm sido noticiados vários ataques e incidentes graves na província de Cabo Delgado, “alegadamente praticados por um movimento insurgente de matriz islâmica, com impacto ao nível da segurança e ordem públicas”, nos distritos de Mocímboa da Praia, Macomia, Palma, Nangade e Quissanga.

“A instabilidade e insegurança verificadas na província impõem reforçados cuidados de segurança, recomendando-se que as deslocações se limitem ao imprescindível. Desaconselha-se a permanência nas áreas mais afetadas”, frisa o Governo no alerta, destacando a importância dos viajantes de informarem os consulados-gerais de Portugal em Moçambique das suas deslocações ao país.

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