O julgamento dos alegados autores do assassinato de duas turistas escandinavas nas montanhas do Atlas, em Marrocos, começou hoje e foi imediatamente adiado até 16 de Maio para dar tempo aos advogados para prepararem a defesa dos réus.

O tribunal de apelação de Salé, cidade marroquina, limitou-se a recolher informações sobre os 24 acusados e a interrogá-los sobre os seus advogados de defesa.

Segundo a agência de notícias Efe, 20 arguidos não tinham advogado por falta de recursos, e como tal o juiz nomeou advogados oficiosos que solicitaram algum tempo para prepararem as suas defesas.

Os acusados são julgados por “apologia ao terrorismo”, “violação da vida de pessoas com premeditação” e “constituir um grupo terrorista”.

O crime em causa terá ocorrido na noite de 17 de Dezembro, quando Louisa Vesterager Jespersen, uma dinamarquesa de 24 anos, e Maren Ueland, uma norueguesa de 28 anos, foram decapitadas pelos supostos militantes no vale Imlil no Alto Atlas.

Os corpos das duas turistas foram encontrados dentro de uma tenda de campismo numa zona isolada nas montanhas do Atlas com marcas de violência nos pescoços.

O maciço de Alto Atlas é conhecido pelos seus trilhos e recebe todos os anos dezenas de milhares de visitantes, sendo Imlil o ponto de partida para a subida do pico mais alto do norte da África, o Monte Toubkal (4.167 metros).

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