Praia - O voo da Transportadora Aérea de Cabo Verde (TACV) de Praia para Providence, nos Estados Unidos da América, vai continuar e com o aumento do número de frequências, confirmou, na Cidade da Praia, o presidente do conselho de administração da TACV, João Pereira Silva.

A transportadora aérea cabo-verdiana deixou de voar para o aeroporto de Logan, em Boston (EUA), para passar a operar em Theodore Francis Green, em Providence, justificando que esta mudança traz "mais vantagens" para a companhia aérea "e para os cabo-verdianos".

Em declarações à Inforpress, João Pereira Silva disse que, "contrariamente às informações divulgadas", o voo da TACV para o aeroporto Theodore Francis Green, em Providence, "tem tudo para dar certo".

"Há pessoas que dizem que o voo para Providence tem os dias contados, mas, sobre a minha mesa, não está nenhuma proposta e nem informação que leve a pensar isso", esclareceu João Pereira Silva, que afirmou que "há alguma politização" sobre esta matéria.

A empresa tem um contrato com a autoridade aeroportuária de Providence, as autoridades políticas estão implicadas nesse processo por isso a companhia tem que ter tempo para avaliar os resultados desta operação, salientou o presidente da companhia aérea cabo-verdiana.

"Vamos fazer todo o trabalho para alargar o mercado e oferecer o melhor serviço, principalmente para os nossos emigrantes", prometeu o gestor, que disse que a companhia tem que ser gerida com base em critérios comerciais.

De acordo com a companhia aérea, esta mudança de rota, além de combater a sazonalidade, diminui os custos operacionais da empresa.

Segundo João Pereira Silva, as pessoas falam no número de cabo-verdianos que vivem perto de Boston e que agora tem que ir para Providence para justificar que o voo deveria manter-se em Logan.

"Mas pode-se falar também do número de cabo-verdianos que vive à volta de Providence em comunidades mais pequenas, mas que são muitas e que somadas dão mais do que aqueles que estão concentrados perto de Longon", diz João Pereira Silva.

"Fala-se nas limitações da pista do aeroporto de Logan, é verdade, mas temos limitação também no aeroporto da Praia, tanto em levantar voos como também a aterrar", considerou João Pereira Silva, explicando que o peso máximo de aterragem na Praia é limitado devido ao tamanho da pista.

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