Luanda - Nem mesmo a parceria com a Emirates permitiu melhorar o desempenho da transportadora aérea angolana, que continua a somar prejuízos e já se aventa a sua privatização, informa o jornal Agora.

Segundo o jornal angolano, "a administração mostra-se incapaz de responder às exigências dos novos parceiros estratégicos da Emirates."

"Ainda há muitos encargos e gastos com pessoal, consultorias e assistência desnecessária. O que se quer é que sejam transportados passageiros com a chancela de oferta da TAAG. Temos de lutar para alcançar outros níveis de operar e prestar serviço", de acordo com fonte da transportadora citada pelo Agora.

"As receitas da empresa continuam em baixa e, para cobrir as despesas correntes, ainda tem de haver recurso ao Tesouro Nacional. Pensamos ser o momento de clarificar e assumir o que se quer, a fim de que tenhamos uma companhia estratégica para a economia Angola".

A TAAG ainda tem aviões por pagar, porque "a crise financeira fez que fosse suspensa a amortização da dívida com o consórcio de bancos que apoia o Governo na aquisição de novas aeronaves" e duas aeronaves podem não chegar a Angola nas datas previstas por falta de verbas.

O movimento interno de passageiros também enfrenta problemas. "Os níveis de transportação são tão baixos que as últimas informações de 2014 apontavam para um universo de passageiros de 5 milhões de clientes anuais, longe da concorrência aqui a nível da região. Temos de dar espaço à opinião de especialistas e de quem entende de negócios aeronáuticos, acabando com compadrios", segundo a fonte do Agora.

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