Bruxelas - A companhia aérea Ethiopian Airlines poderá ser proibida de  aterrar no aeroporto de Zaventem, em Bruxelas, por fazer serviços para a empresa de correio aéreo DHL, o que poderá prejudicar o aeroporto de Liège que detém o monopólio na Bélgica.

A ministra belga da Mobilidade, Jacqueline Galant, vai fazer a proposta ao Governo Federal belga, para não renovar os direitos de tráfego que permitem à companhia etíope realizar operações de frete aéreo por conta da DHL entre Bruxelas, Xangai, Dubai e Hong Kong.

O responsável do aeroporto de Zaventem (Brussels Airport), Arnaud Feist, confiou recentemente à imprensa que a rivalidade entre o aeroporto de Bruxelas e o de Liège representa anualmente um impacto de 50 mil toneladas de frete e 400 empregos.

A proibição do aeroporto de Zaventem contra a Ethiopian Airlines penalizará centenas de passageiros africanos que utilizam esta companhia para se deslocar à Europa.

A Ethiopian Airlines é uma das raras companhias aéreas africanas ainda autorizadas a voar para a Europa, visto que muitas outras foram proibidas por não reunirem as condições de segurança aérea exigidas pela União Europeia (UE).

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