Lisboa - O ministro português do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse, nesta quinta-feira (19), em Lisboa,  que o novo contrato entre o Estado e o consórcio privado Gateway, que devolverá 50% do grupo ao Estado, será assinado até sábado.

O ministro não precisou quando será assinado o acordo com os acionistas privados - Humberto Pedrosa, do grupo português de transportes rodoviários Barraqueiro, e David Neeleman, dono da companhia aérea brasileira Azul -, mas garantiu que o prazo, dia 21, será cumprido, informou a agência Lusa.

O governo português vai pagar 1,9 milhões de euros para o Estado ficar com 50% da TAP (em vez de 34% como previa o acordo anterior), resultado das negociações com o consórcio Gateway, que tinha 61% do capital da companhia e que no novo contrato fica com 45%, podendo chegar aos 50%, com a aquisição do capital à disposição dos trabalhadores.

O Estado compromete-se a não deter uma participação superior a 50% na TAP, que ficará na posse da estatal Parpública, passando a nomear o presidente do Conselho de Administração da empresa, composto por 12 elementos, sendo seis escolhidos pelo Estado e seis pelo consórcio privado Gateway.

A comissão executiva mantém-se com três membros, nomeados pelos acionistas privados, sendo presidida pelo luso-brasileiro Fernando Pinto,  ex-Varig, há vários anos à frente da TAP.

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