Procura brasileira pelos destinos portugueses abrandou face aos meses anteriores, mas permaneceu acima da verificada no ano anterior. Brasil foi o quinto maior emissor de turistas estrangeiros para Portugal.

O turismo brasileiro em Portugal cresceu 12% em novembro, uma taxa inferior à registada noutros meses do ano passado, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Mesmo assim, o Brasil passou a ser o quinto maior mercado emissor de turistas estrangeiros para os hotéis portugueses, subindo uma posição face ao lugar que antes ocupava.

Os números do INE mostram que em novembro último os hotéis em Portugal receberam 63 mil dormidas de turistas brasileiros, mais 12,3% do que em novembro de 2016. Em termos acumulados, de janeiro a novembro a hotelaria lusa teve 816 mil dormidas de brasileiros, com um crescimento de 37,4% em relação a 2016.

O acumulado do ano 2017 (ainda sem contar dezembro) colocou o Brasil como o mercado internacional com maior crescimento nos hotéis portugueses, seguido dos Estados Unidos da América, que geraram um crescimento de 33,6% nas dormidas, e da Polónia, com um aumento de 29,6% em termos homólogos.

Novembro não foi o melhor mês do ano na procura dos brasileiros pelos destinos portugueses. O melhor registo foi outubro, com 96 mil dormidas. O pior mês de 2017 foi fevereiro, com um pouco menos de 45 mil dormidas.

O maior mercado emissor de turistas estrangeiros para Portugal em novembro foi Espanha (gerou 96 mil dormidas nos hotéis portugueses), seguida de Alemanha (84 mil dormidas), Reino Unido (83 mil), França (68 mil), Brasil (63 mil) e Estados Unidos (45 mil).

Faturação cresce 16,5%

As receitas totais dos hotéis portugueses nos primeiros 11 meses do ano passado ascenderam a 3,23 mil milhões de euros, mais 16,5% do que em igual período do ano anterior. Um aumento que refletiu não apenas o aumento do número de hóspedes mas também do valor médio da receita por quarto.

O número de dormidas na hotelaria portuguesa de janeiro a novembro alcançou os 54,77 milhões, com um crescimento de 7,2% face a 2016. Enquanto a procura nacional subiu 3,8%, para 14,89 milhões de dormidas, a procura internacional aumentou 8,6%, para 39,88 milhões de dormidas.

Segundo o INE, a taxa de ocupação média de 2017 foi de 53,3%, mais 2,4 pontos percentuais do que no período de janeiro a novembro de 2016.

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