“Esta é uma decisão muito importante para a melhoria da mobilidade entre os dois países e também daquilo que é o objetivo estratégico do Governo de Cabo Verde sobre a livre circulação no espaço da Comunidade dos Países Língua Portuguesa (CPLP)”

O Governo de Cabo Verde ratificou, na cidade da Praia,   um acordo com Moçambique para isenção de vistos de entrada, assinado em fevereiro de 2014, em Maputo, a capital moçambicana

Conforme anunciou, em conferência de imprensa, sexta-feira (11),  o ministro cabo-verdiano da Presidência do Conselho de Minstros,  Fernando Elísio Freire, trata-se de uma medida que entra imediatamente em vigor e que visa melhorar a mobilidade entre os cidadãos dois países.

Embora assinado há já dois anos, o acordo para a isenção mútua de vistos em passaportes ordinários, até ao momento, só Moçambique o tinha ratificado.

Fernando Elísio Freire afirmou que os vistos serão para uma permanência de até 30 dias, nos respetivos países, mas que podem ser prorrogados para até 90 dias e no prazo de um ano.

A isenção de vistos será para cidadãos dos respetivos países que se desloquem ao território de cada uma das partes em viagem de turismo ou de negócios.

“Esta é uma decisão muito importante para a melhoria da mobilidade entre os dois países e também daquilo que é o objetivo estratégico do Governo de Cabo Verde sobre a livre circulação no espaço da Comunidade dos Países Língua Portuguesa (CPLP)”, regozijou-se o governante cabo-verdiano.

Sublinhou que se trata de um “passo extraordinário” para a comunidade lusófona e que a CPLP se está a tornar num espaço de livre circulação esperando “dar o salto” no sentido da liberdade de circulação para os cidadãos dos respetivos Estados.

Na conferência de imprensa, Elísio Freire lembrou que Angola vai ratificar o acordo para “isentar vistos” aos cidadãos cabo-verdianos, uma medida anunciada esta semana, durante uma visita àquele país do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Filipe Tavares.

Cabo Verde vai também isentar de vistos cidadãos da União Europeia e do Reino Unido, uma medida prevista para entrar em vigor em maio.

O país está também a trabalhar para aplicar a mesma medida aos cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá e de outros países europeus, como a Suíça.

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