A nova imagem foi apresentada publicamente sexta-feira, na cidade da Praia, pelo presidente do Conselho Executivo da Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), José Luís Sá Nogueira.

A companhia aérea pública cabo-verdiana (TACV) vai passar a usar comercialmente apenas a marca “Cabo Verde Airlines”, numa mudança de imagem que visa reforçar a identificação da empresa com o país.

A nova imagem foi apresentada publicamente sexta-feira, na cidade da Praia, pelo presidente do Conselho Executivo da Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), José Luís Sá Nogueira, e pelo administrador executivo, Mário Chaves.

Juridicamente a empresa manterá a designação TACV, mas comercialmente passará a usar nas lojas, aviões, materiais promocionais e outros a marca “Cabo Verde Airlines”.

“Era um nome que já existia. Agora pretendemos que esse nome seja reforçado, mantenha um maior vínculo ao país e reflita um novo conceito de negócios que pretendemos que a ‘Cabo Verde Arlines’ venha a desenvolver baseado no ‘hub'”, disse José Luís Sá Nogueira.

Mário Chaves explicou que a mudança de imagem se baseia na modernização da TACV-Cabo Verde Airlines, passando o foco da marca a ser o nome do país, Cabo Verde.

“Queremos atrair vários mercados além da diáspora e esses mercados precisam de ter uma noção imediata de que produto estamos a oferecer. ‘Cabo Verde Airlines’ implica falar imediatamente de Cabo Verde, quando falamos de TACV é difícil associar”, disse.

Com design da agência islandesa Islenska em parceria alguns designers cabo-verdianos, o conceito da marca visa, segundo Mário Chaves, “refletir a cultura, as cores e as formas de Cabo Verde”.

A apresentação da nova imagem segue-se ao início das operações da TACV no ‘hub’ na ilha do Sal e ao reforço da operação da companhia para o Brasil.

Empresa é gerida pela islandesa Icelandair

A TACV, que acumula mais de 100 milhões de euros de passivo, deixou de fazer voos domésticos em agosto de 2017, mantendo apenas a operação internacional.

A companhia está a ser gerida pelo grupo islandês Icelandair, mediante um contrato assinado com o Governo para a reestruturação da empresa com vista à sua privatização, num processo que deve implicar a saída da empresa de mais de 200 trabalhadores.

A companhia mudou em fevereiro as suas atividades operacionais para a ilha do Sal de onde voa atualmente para Fortaleza, Recife e, em breve, Salvador da Baia (Brasil), Boston (Estados Unidos), Lisboa (Portugal), Paris (França) e Milão (Itália).

Instado a fazer um ponto de situação sobre o processo de reestruturação da empresa e as negociações com os trabalhadores, o presidente do Conselho de Administração, José Luís Sá Nogueira, remeteu para mais tarde informações sobre assunto.

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