O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, apontou a eliminação da burocracia e da corrupção em Moçambique como principais desafios para o desenvolvimento do turismo.

“O nosso Governo está a envidar esforços para eliminar as práticas burocráticas e corruptas que inibem o desenvolvimento do turismo”, declarou o chefe de Estado moçambicano.

Filipe Nyusi falava durante a abertura da conferência internacional sobre Turismo Baseado na Natureza, que decorre a partir de hoje em Maputo, numa organização do Governo com o Global Wildlife Program, uma parceria internacional liderada pelo Banco Mundial.

Para Nyusi, com o potencial que o país possui, o turismo deve ser considerado um instrumento para o combate à pobreza, uma forma de gerar rendimento e emprego para as comunidades.

“O nosso Governo definiu o turismo como um dos quatro pilares estratégicos para o desenvolvimento do país. Queremos colocar o país nas principais rotas turísticas mundiais”, acrescentou.

“O ecoturismo está a tornar-se cada vez mais uma das áreas de maior procura no país”, sublinhou o chefe de Estado, convidando investidores a apostarem em empreendimentos nas áreas de conservação moçambicanas.

As áreas de conservação em Moçambique ocupam 25% do território.

A conferência internacional Turismo Baseado na Natureza é organizada pelo Global Wildlife Program  e junta académicos e especialistas de 25 países para debater a conservação da biodiversidade no mundo, com especial destaque para o país anfitrião.

O encontro, que termina no sábado, é realizado de forma rotativa entre os países membros e, antes de Moçambique, passou pela Índia e pelo Quénia.

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