A decisão de aterrar o avião da TAP que fazia um voo Lisboa-Luanda na cidade congolesa de Ponta Negra, no último sábado (12), devido à saída de Luanda do voo onde viajava o Presidente angolano, João Lourenço, com destino ao Dubai, “coube inteiramente ao comandante” daquela companhia portuguesa, dizem as autoridades angolanas.

Uma fonte ligada ao Ministério dos Transportes angolano disse, nesta segunda-feira (14), que a medida “não se justificava em absoluto, à luz dos procedimentos locais”.

Segundo a fonte, “quando o atual Presidente da República viaja o espaço aéreo angolano fica fechado apenas durante 15 minutos, período durante o qual o avião da TAP poderia ter dado uma volta e regressado ao Aeroporto 4 de Fevereiro ( aeroporto internacional de Luanda), para aterrar normalmente”.

Em vez disso, explicou, “o comandante do voo resolveu viajar durante 45 minutos até Ponta Negra, onde permaneceu durante cerca de duas horas”.

“Assim, contados o percurso de ida e volta entre Luanda e aquela cidade congolesa, bem como o tempo de espera nesta última, o voo em questão só aterrou na capital angolana muito depois da meia-noite, quando, pelo horário, deveria tê-lo feito às 21h05 locais”, referiu.

A fonte do Ministério dos Transportes disse à Angop que a Torre de Controlo do Aeroporto 4 de Fevereiro manteve-se sempre em contato com o comandante do avião, a quem informou que o seu tempo de espera no ar seria apenas de 15 minutos.

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