O empreendimento Pestana Bazaruto Lodge, do grupo português Pestana, está fechado há vários meses e foi atingido na sexta-feira por um incêndio.

Treze habitações do hotel Pestana Bazaruto Lodge, em Moçambique, foram danificadas na sexta-feira por um incêndio, sem provocar vítimas, anunciou este sábado fonte do parque ambiental daquela zona à Televisão de Moçambique (TVM).

O empreendimento do grupo multinacional de origem portuguesa Pestana, fechado há vários meses, está localizado na ilha de Bazaruto, no oceano Índico, a 13 quilómetros da costa da província de Inhambane, Moçambique.

Um zelador que permanece no local indicou que o fogo começou numa ruína, relatou Catarina Mathusse, administradora do Parque Nacional de Bazaruto, à TVM.

O vento fez com que as chamas assustassem a população, que combateu o fogo numa zona onde não há bombeiros, acrescentou.

As imagens mostram uma coluna de fumo e várias pessoas junto às casas que compõem o hotel, a tentar pôr cobro ao sinistro.

Segundo o relato, o incêndio coincidiu com a maré baixa, o que dificultou o acesso a água, mas acabaria por ser apagado.

O economista Fábio Bentes afirma que o segmento de serviços, em especial o turismo, ainda não conseguiu superar a crise econômica que teve início em 2014.

Depois de três dias de debates sobre os caminhos para que o setor hoteleiro retome os trilhos do crescimento após três anos de perda de receitas, o 60º Congresso Nacional de Hotéis (Conotel) foi encerrado sexta-feira (18), com a análise de números que indicam um cenário pouco alentador para o segmento em curto prazo.

Chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o economista Fábio Bentes afirmou que o segmento de serviços, em especial o turismo, ainda não conseguiu superar a crise econômica que teve início em 2014. Pelos cálculos de Bentes, após ter registrado uma queda de 6% da receita real no ano passado, o setor este ano deve enfrentar uma nova redução das receitas, da ordem de 4%.

“O que podemos constatar a partir do desempenho recente é que a crise ainda não acabou. Ainda existe muito terreno para ser recuperado após a fortíssima queda [da atividade] dos últimos anos”, declarou o economista. Segundo ele, entre 2015 e fevereiro de 2018, a perda de faturamento do turismo no Brasil chegou a R$ 157 bilhões.

Para Bentes, apesar da lenta retomada, o cenário para 2018 é um pouco menos desalentador que o de anos recentes. Pelos cálculos da entidade, “neste ritmo, o setor de turismo só vai conseguir ultrapassar a atual situação em 2020”.

Além de incertezas políticas e problemas econômicos, outro problema que ajuda a retardar a retomada do crescimento verificado até 2014 está o aumento da sensação de insegurança. Um recente estudo da CNC concluiu que só o Rio de Janeiro, no ano passado, perdeu R$ 1 bilhão com os impactos negativos da violência.

Após lembrar que o turismo responde por 8% do emprego formal no país, Bentes demonstrou que, entre 2015 e 2017, cerca de 7 mil estabelecimentos de hospedagem fecharam as portas em todo o país, encerrando milhares de postos de trabalho formal.

Não fosse pela recente crise, o setor de turismo só teria motivos para comemorar. Descontados os últimos resultados (2014-2017), o setor cresceu, em média, 22% ao longo de uma década (2006-2016), com destaque para as regiões Norte e Nordeste.

Um Boeing 737 da companhia Cubana de Aviación caiu ao decolar do aeroporto internacional de Havana.

De acordo com informações da Cuba TV e Cubadebate,  o avião caiu após decolar e unidades dos bombeiros estão no local.

Segundo a CubaTV, o voo era da companhia Cubana de Aviación, mas a aeronave operava para a companhia italiana Blue Panorama.  O Boeing iniciava um voo doméstico para Holguín, no leste do país e levava a bordo 104 passageiros.

A TV norte-americana CNN informou que foi vista uma grande bola de fogo após a queda.

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