O "Welcome to", projeto online que pretende desenvolver uma plataforma digital de informação turística sobre os países lusófonos, vai lançar um portal sobre São Tomé e Príncipe até ao final de agosto.

"O site de São Tomé e Príncipe já está em construção e penso que estará 'online' já no final de agosto", disse Paulo Costa.

Segundo o responsável, "o 'Welcome to' é um projeto que existe desde 2012 e pretende criar uma plataforma digital de informação turística que reúna os países de língua oficial portuguesa".

"Começámos o projeto por Angola ('Welcome to Angola'), há quatro anos, pois o país estava num período de um grande crescimento económico e várias componentes permitiram que se começasse por ai", acrescentou.

Paulo Costa disse que agora será a vez de São Tomé e Príncipe e entretanto já foram iniciados também os contactos para se criarem os portais para Moçambique - previsto para o início de 2017 -, e Cabo Verde.

"O site de São Tomé é uma réplica do que já temos para Angola ( www.welcometoangola.co.ao ). Temos parcerias com as instituições públicas, o máximo possível, mas o projeto é de iniciativa privada, financiado pela publicidade", salientou.

"Este projeto passa por criar uma equipa local, o que já estamos a fazer em São Tomé e Príncipe, com um parceiro local, uma empresa que já atua no país ", sublinhou.

Segundo o responsável, a equipa em São Tomé e Príncipe recolhe todos os tipos de dados e fotos, enviando posteriormente para uma equipa de gestão de conteúdos do "Welcome to", que está baseada em Lisboa, que atualizará frequentemente o portal, como já faz para Angola.

"Vamos mapear São Tomé e também a Ilha do Príncipe, identificando os locais de interesse turístico a visitar, nomeadamente o património cultural e histórico do país", referiu.

De acordo com Paulo Costa, o objetivo é também de informar todas as infraestruturas existentes nas duas ilhas, como hotéis, restaurantes, aluguer de automóveis, supermercados, farmácias, clínicas entre outros, que possam interessar a quem deseje visitar São Tomé e Príncipe.

Os portais são bilíngues, em português e em inglês.

O número de hóspedes nos estabelecimentos hoteleiros em Cabo Verde aumentou 13,9% no segundo trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, indicam dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). 

Segundo as estatísticas do turismo e movimentação de hóspedes divulgados pelo INE, no segundo trimestre deste ano os estabelecimentos hoteleiros acolheram 132 443 hóspedes, mais 13,9% do que no período homólogo do ano anterior.

Em termos absolutos, entraram nos estabelecimentos hoteleiros cabo-verdianos mais 16.159 turistas do que em igual período do ano transato, concluiu o estudo do INE.

A ilha do Sal continua a ter maior acolhimento, com 46,6% do total das entradas no arquipélago, seguida da ilha da Boavista, com 30,8% e de Santiago com 12,1%.

Em relação às dormidas, a ordem é a mesma, com a ilha do Sal a representar 51,4%, a seguir, Boavista com 39,6% e Santiago, com 3,8%.

Os turistas ingleses foram os que permaneceram mais tempo em Cabo Verde, com uma estada média de 9,7 noites, seguindo-se os provenientes da Bélgica-Holanda (8,6 noites), da Alemanha (8,1) e da França (5,3).

A transportadora aérea TAAG passou a estar em condições de voar para os países da União Europeia, com a nova licença de Operador de País Terceiro (TCO), anunciou esta sexta-feira a companhia nacional em comunicado.

De acordo com a mesma informação, a transportadora aérea, que já voa para Lisboa e Porto (Portugal), recebeu a aprovação da Agência de Segurança Aérea da União Europeia, que lhe atribuiu a licença TCO para todos os países daquele espaço.

«A TAAG está agora livre para se candidatar a qualquer licença comercial para operar em qualquer dos Estados-membros da União Europeia, e está no mesmo nível que qualquer grande companhia aérea estrangeira a voar para a Europa», lê-se.

A empresa, detida pelo Estado e gerida pelos árabes da Emirates desde 2015, explica tratar-se do «resultado de um processo de inspeção e auditoria no início do ano em curso», o qual permitiu aprovar «que todo o tipo de aeronaves propriedade da TAAG» possam voar para o espaço aéreo e os territórios dos estados-membros da União Europeia, nomeadamente os Boeing 777-200 ER, 777-300ER e 737-700.

«Este é um marco significativo para a história da companhia aérea nacional de Angola em restabelecer-se como um veículo de qualidade internacional. Esta licença nos permite ir para qualquer lado dentro da Europa, sujeitos a direitos de tráfego», refere o presidente do conselho de administração da TAAG, o britânico Peter Hill, citado no mesmo comunicado.

O administrador acrescenta que a atribuição da licença TCO permite uma «garantia adicional» aos clientes de que aquela companhia aérea – que chegou a estar impedida de voar para a Europa. há cerca de dez anos – «é gerida com os mais altos padrões de segurança possíveis», o que significa que pode figurar na lista das «companhias aéreas aprovadas» internacionalmente.

«É uma evidência tangível da mudança que o acordo com a Emirates esta a trazendo para a TAAG», sustenta Peter Hill.

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