Os atrasos na transportadora aérea TAP desde o início do ano já custaram mais 40 milhões de euros do que em 2017, disse o presidente executivo da companhia, Antonoaldo Neves, em Vila Nova de Gaia.

O gestor, que falou à margem de uma conferência sobre “turismo da saudade”, organizada pelo Jornal de Notícias e pela Câmara de Gaia, disse que este valor é “muito penalizante”, não só para quem viaja, mas também para a empresa, dadas “as compensações” que é obrigada a pagar.

“Os 40 milhões foram deitados fora, foram perdidos”, lamentou o líder da companhia aérea, salientando que o principal investimento do grupo neste momento é a formação de pessoal e melhoria dos aviões.

“Os atrasos fazem parte dos desafios, não podemos deixar de voar por isso”, referiu Antonoaldo Neves.

O gestor garantiu ainda que a ponte aérea Lisboa-Porto está a funcionar com mais eficiência, tendo em conta uma melhor rotação de aviões e aeronaves mais modernas.

O presidente executivo da TAP salientou também que o volume de voos no Porto “é maior do que sempre foi”.

O presidente da empresa disse ainda acreditar que os preços que a TAP pratica são “competitivos”, porque, alegou, o serviço é “muito melhor”.

A despressurização da cabine num avião da companhia aérea angolana TAAG obrigou no domingo a uma aterragem de emergência de um Boeing 737-700 em Luanda, provocando quatro feridos, indica hoje em comunicado a transportadora de Angola.

Segundo o documento, no voo de Luanda com destino ao Namibe, sul do país, com 74 passageiros e seis tripulantes a bordo, houve uma “despressurização súbita” quando voava já em “velocidade de cruzeiro”, tendo regressado à capital angolana após a tripulação ter tomado “de imediato” as ações de emergência contidas no protocolo de segurança.

“A tripulação tomou de imediato as ações de emergência, seguindo os procedimentos técnicos para que são profissionalmente treinados, tendo também funcionado todos os equipamentos para fornecimento de oxigénio aos passageiros. O voo regressou a Luanda e em nenhum momento esteve em risco a segurança de todos os passageiros e tripulantes”, lê-se no comunicado.

Segundo a TAAG – Linhas Aéreas de Angola SA, quatro passageiros ficaram feridos por causa da despressurização, tendo dois deles sido transportados, assim que o aparelho aterrou em segurança no aeroporto internacional 04 de fevereiro, para uma unidade hospitalar de Luanda.

“Aí receberam assistência médica, estando a TAAG a acompanhar a tempo inteiro o seu estado de recuperação”, refere a companhia aérea de bandeira angolana, sem adiantar pormenores sobre os restantes feridos.

Os passageiros dos voos diretamente afetados, ressalva a TAAG, estão a ser dirigidos para voos subsequentes ou para destinos alternativos, estando a companhia a envidar “todos os esforços” para “reduzir o impacto natural deste incidente”.

“Estas situações, apesar de raras, acontecem na indústria dos transportes aéreos, estando já a ser tomadas todas as medidas para a resolução das causas que conduziram a este incidente”, justifica a companhia angolana.

Segundo o comunicado, por orientação do presidente da Comissão Executiva da empresa, Rui Carreira, “foi aberto de imediato um processo de inquérito interno”, através de uma investigação à Segurança de Voo, tendo o incidente sido já reportado ao Instituto Nacional de Aviação Civil de Angola (INACIC).

A companhia aérea angolana adianta ainda que, nos próximos dias, a operação normal da TAAG “poderá sofrer algumas alterações de reajustamento operacional”.

“A TAAG tem como prioridade o melhoramento permanente na qualidade do serviço prestado e, acima de tudo, zelar por operar em segurança, seguindo as melhores práticas e procedimentos na indústria aeronáutica”, argumenta a transportadora.

O número de cidadãos estrangeiros que entraram em Moçambique entre janeiro e outubro aumentou 26% comparado com igual período do ano passado, anunciou o Serviço Nacional de Migração.

O número de cidadãos estrangeiros que entraram em Moçambique entre janeiro e outubro aumentou 26% comparado com igual período do ano passado, anunciou hoje (9) o Serviço Nacional de Migração.

No total, durante este período, entraram em Moçambique 1.573.656 cidadãos estrangeiros, contra 1.247.429 de igual período do ano passado, disse Leidita Mate, superintendente chefe de Migração, durante uma conferência de imprensa em Maputo.

“Além da procura das melhores oportunidades de negócio, que, com descoberta de recursos minerais no país, tornou-se crescente, o turismo afigura-se também como uma das causas do aumento de entrada de estrangeiros no país”, declarou Leidita Mate.

O número de estrangeiros que entraram no país até outubro representa 30% do número global de cidadãos que atravessaram as fronteiras moçambicanas, que foi de 5.178.256, de acordo com dados do Serviço Nacional de Migração.

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