Lisboa - Os pilotos da TAP, reunidos quarta-feira em assembleia geral, anunciaram a convocação de uma greve de dez dias, com início no dia 1 de maio. Votaram a favor da realização da greve 305 pilotos e 43 votaram contra.

O sindicato dos pilotos acusa o governo e a empresa pública portuguesa de transporte aéreo de não cumprir o acordo assinado em novembro do ano passado, em particular o pagamento com retroatividade de atualizações salariais.

Os pilotos pretendem também que o governo, que lançou um processo de privatização que pretende concluir até junho deste ano, cumpra um acordo estabelecido em 1999 que reserva aos pilotos participação de até 20% no capital social da TAP.

A administração da TAP considera que a convocação da greve terá consequências graves para a empresa. Também os operadores turísticos receiam que a concretização da greve acarretará elevados prejuízos para o setor.

Os conflitos entre o governo, a TAP e os trabalhadores da empresa pública têm vindo a agravar-se nos últimos meses, na sequência do anúncio da privatização da companhia, em vésperas das eleições legislativas, que deverão ocorrer em setembro ou outubro deste ano.

Luanda - A transportadora aérea de Angola TAAG reinicia os seus voos regulares para a capital congolesa,  Kinshasa, a partir de 23 de abril, na sequência dos novos acordos assinados em janeiro último entre os dois países, anunciou o porta-voz da empresa, Carlos Vicente.

Segundo Carlos Vicente,  a companhia passará a ter, inicialmente, duas frequências semanais para a República Democrática do Congo (RDC), designadamente, às segundas e às quintas-feiras, nos intervalos entre 15:30 e 16:45 horas locais (Luanda/Kinshasa)  e 17:45 e 18:55 (Kinshasa/Luanda).

Os voos serão efetuados por um avião do tipo Boeing 737-700 da nova geração, revelou Carlos Vicente, manifestando a sua satisfação pelo retorno das aeronaves da TAAG à Kinshasa, após uma interrupção de quase cinco anos.

A suspensão dos voos da TAAG para Kinshasa foi ordenada pelo governo angolano em outubro de 2009, após uma vaga de expulsões de cidadãos angolanos que viviam na RDC, para retaliar o repatriamento de migrantes congoleses acusados de estada ilegal em Angola.

Na altura, as autoridades angolanas consideraram a "expulsão indiscriminada" de angolanos como uma medida "de cariz manifestamente retaliatória, desproporcionada e excessiva" e sem paralelo com o repatriamento de cidadãos de várias nacionalidades que teriam entrado e permanecido ilegalmente no país.

Nos termos dos acordos assinados em janeiro, na capital congolesa, a TAAG poderá chegar até sete voos semanais para Kinshasa.

Angola e a RDC partilham uma longa fronteira comum e são ambos Estados-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL), entre outros organismos internacionais. Angop

Pequim - Pequim - O governo chinês vai penalizar 'os comportamentos incivilizados' dos turistas chineses, depois de incidentes que prejudicaram a imagem do país, informa a agência AIM.

Os turistas chineses que tenham um comportamento incorrecto e sejam denunciados serão incluídos numa 'lista negra' durante um ou dois anos. Também serão sujeitos a uma punição, apesar de o governo ainda não ter divulgado pormenores sobre as possíveis sanções na sua página online.

A administração do turismo da China divulgou um regulamento no qual pede aos cidadãos que tenham cuidado com o seu comportamento e se mostrem educados quando viajarem no estrangeiro.

O documento, publicado no sítio oficial na Internet do governo chinês, lembra que 'ser um turista civilizado é obrigação de todo o cidadão'.

'Ter cuidado com os vestígios culturais, respeitar os direitos dos outros, não sujar o ambiente e evitar danos em infraestruturas', são algumas das normas enumeradas de bom comportamento.

O executivo chinês pede aos departamentos da administração turística que avisem a polícia, gabinete de trânsito ou fronteiras caso presenciem comportamentos rudes dos turistas chineses.

Um dos últimos incidentes mais divulgados foi protagonizado, em Dezembro passado, por um casal de jovens chineses que viajava de avião da China para a Tailândia. Descontentes com o serviço a bordo, os jovens atiraram água a ferver, usada para preparar massa instantânea, à assistente de bordo.

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